segunda-feira, 28 de outubro de 2013



Estava vendo um estudo sobre o HIV, como é terrível esse vírus pois para enganar o organismo ele entra na célula se reproduz e quando sai dela carrega suas características se camuflando impedindo assim de ser reconhecido pelos anticorpos, finalmente fica no corpo como se fosse do corpo e destrói o sistema de defesa imunológico deixando o corpo vulnerável a outras doenças, assim uma simples gripe pode matar a pessoa.

Fazendo uma analogia; não são assim também o joio no meio do trigo, ou o lobos com pele de ovelhas, se falsificando como se fossem do corpo, tomam a aparência introduzindo-se no meio, adquirindo as mesmas características, o que impede que sejam combatidos pois o corpo muita das vezes o identifica como se fosse do corpo, os membros o vêem como membro, ele se parece conosco, mas suas obras são más, então finalmente disseminam, exalam, transmitem aquilo que lhes é próprio, a divisão, o engano, a falsidade, a morte, contaminando as demais células, como bem disse Jesus, um pouco de fermento leveda toda a massa.

Como o joio que não pode ser arrancado para não prejudicar o trigo, tal é o vírus na igreja visível, sendo combatido e regulado com coquetéis para impedir sua proliferação, mas ficando ali, incubado, escondido, camuflado.

Uma verdadeiro vírus no meio da igreja visível, porque na invisível, o corpo de Cristo, ele não pode entrar. Gloria a Deus.
Examine-se, não deixe que seja uma célula que se contamine.
E se porventura você é desses, que sabe que tem agido assim, o sangue de Jesus é poderoso para não ser contaminado e para transforma-lo de vírus em uma verdadeira célula do corpo de Cristo.

Deus te abençoe.
Pr. Jeanhderson Martes

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

DAR DINHEIRO NA IGREJA

Dar dinheiro na igreja tem sido uma prática cada vez mais questionada. Certamente em virtude dos abusos de lideranças religiosas de caráter duvidoso, e a suspeita de que os recursos destinados à causa acabam no bolso dos apóstolos, bispos e pastores, não são poucas as pessoas que se sentem desestimuladas à contribuição financeira. Outras tantas se sentem enganadas, e algumas o foram de fato. Há ainda os que preferem fazer o bem sem a intermediação institucional. Mas o fato é que as igrejas e suas respectivas ações de solidariedade vivem das ofertas financeiras de seus frequentadores e fiéis. Entre as instituições que mais recebem doações, as igrejas ocupam de longe o primeiro lugar na lista de valores arrecadados. Por que, então, as pessoas contribuem financeiramente nas igrejas?
Não são poucas as pessoas que tratam suas contribuições financeiras como investimento. Contribuem na perspectiva da negociação: dou 10% da minha renda e sou abençoado com 100% de retorno.  Tentar fazer negócios com Deus é um contra-senso, pois quem negocia sua doação está preocupado com o benefício próprio, doa por motivação egoísta, imaginando levar vantagem na transação. É fato que quem muito semeia, muito colhe. Mas essa não é a melhor motivação para a contribuição financeira na igreja.
Há quem contribua por obrigação. É verdade que a Bíblia ensina que a contribuição financeira é um dever de todo cristão.  A prática do dízimo, instituída no Antigo Testamento na relação de Deus com seu povo Israel foi referida por Jesus aos seus discípulos, que deveriam não apenas dar o dízimo, mas ir além, doando medida maior, excedendo em justiça. A medida maior era na verdade muito maior. Os religiosos doam 10%, os cristãos abrem mão de tudo, pois crêem que não apenas o dízimo pertence a Deus, mas todos os recursos e riquezas que têm em mãos pertencem a deus e estão apenas sob seus cuidados.
Alguns mais nobres doam por gratidão. Pensam, “estou recebendo tanto de Deus, que devo retribuir contribuindo de alguma maneira”. Nesse caso, correm o risco de doar apenas enquanto têm, ou apenas enquanto estão sendo abençoados. A gratidão é uma motivação legítima, mas ainda não é a melhor motivação para a contribuição financeira.
Existem também os que contribuem em razão de seu compromisso com a causa, com a visão, acreditam em uma instituição e querem por seu dinheiro em algo significativo. Muito bom. Devem continuar fazendo isso. Quem diz que acredita em alguma coisa, mas não mete a mão no bolso, no fundo, não acredita. Mas essa motivação está ainda aquém do espírito cristão. Aliás, não são apenas os cristãos que patrocinam o que acreditam.
Muitos são os que doam por compaixão. Não conseguem não se identificar com o sofrimento alheio, não conseguem viver de modo indiferente ao sofrimento alheio, sentem as dores do próximo como se fossem dores próprias. Seu coração se comove e suas mãos se apressam em serviço. A compaixão mobiliza, exige ação prática. Isso é cristão. Mas ainda não é suficiente.
Poucos contribuem por generosidade. Fazem o bem sem ver a quem. Doam porque não vivem para acumular ou entesourar para si mesmos. Não precisam ter muito. Não precisam ver alguém sofrendo, não perguntam se a causa é digna, não querem saber se o destinatário da doação é merecedor de ajuda. Eles doam porque doar faz parte do seu caráter. Simplesmente são generosos. Gente rara, mas existe. O relacionamento com Jesus gera esse tipo de gente.
Finalmente, há os que contribuem por piedade. Piedade, não no sentido de pena ou dó. Piedade como devoção, gesto de adoração, ato que visa apenas e tão somente manifestar a graça de Deus no mundo. Financiam causas, mantém instituições, ajudam pessoas, tratam suas posses como dádivas de Deus, e por isso  são gratos, e são generosos. Mas o dinheiro que doam aos outros, na verdade entregam nas mãos de Deus. Para essas pessoas, contribuir é adorar.

Fonte - Edrenekivitz 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Como você trata o seu pastor?



“Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver”.
“Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.”
Hebreus 13.7 e 17

O pastor Renato Vargens em seu blog comentou que neste domingo boa parte da igreja evangélica comemorou o dia do pastor.

Pois é, o ministério pastoral não é nada fácil. Todos os dias os pastores lidam com situações extremamente complicadas onde dor, angústia e ansiedade se fazem presentes. Sem sombra de dúvidas os Ministros do Evangelho  ao conduzirem o rebanho de Cristo desenvolvem um árduo e penoso trabalho. Se não bastasse isso, eles necessitam esmerar-se no estudo da Bíblia, dedicar-se com afinco a oração e compaixão, aconselhar os fracos, admoestar os insubmissos, além de treinar e fazer discipulos ensinando-as a guardar no coração a sã doutrina.

O pior disso tudo, é que parte da igreja não reconhece o valor do pastor. Na verdade alguns irmãos  não tratam de seus pastores como deveriam. Infelizmente existem inúmeros casos de pastores marcados por igrejas rigorosas, que exigem de seus líderes atitudes sobre-humanas, levando-os a exaustão espiritual.
Se o culto termina cedo: “O pastor é muito frio e metódico, ¨Não deixa o Espírito Santo operar.”
Se o culto excede do horário: “O pastor é irresponsável e impontual.”
Se vem um pregador de fora e excede o horário: “Como Deus usa aquele homem, olha só que horas o culto acabou!”
Se o pastor excede o horário: “O pastor não entende que temos de trabalhar amanhã cedo, tudo tem que ser feito com ordem e decência!”
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Se Deus usa um pregador de fora: “Que homem usado por Deus!”
Se Deus usa o pastor: “Está querendo se mostrar e imitar outros pregadores.”
Se o pastor prega muito: “É muito chato e cansativo!”
Se prega pouco: “Não conhece bem a palavra.”
Se a palavra do pregador de fora falou em sua vida: “Aquele tem Dom de discernimento.”
Se a palavra do pastor falou em sua vida: “Ele sabe tudo de mim, está querendo me expor.”
Se o pastor faltar a algum culto: “É sem cuidado com suas obrigações.”
Se algum irmão ou obreiro falta: “Estava cansado e precisava relaxar um pouco.”
Se o pastor não visita: “É descuidado e relaxado com suas ovelhas.”
Se visita: “Não tem mais o que fazer, gostar de viver nas casas para filar a bóia dos irmãos.”
Se sai de casa muito: “Não liga para sua família.”
Se é caseiro: “É preguiçoso.”
Se anda mal arrumado: “É muito relaxado, descuidado e pobre.”
Se anda bem arrumado: “É metido e quer ter aparência de rico.”
Se os filhos do pastor são peraltas e erram: “O pastor não os educa adequadamente e não os disciplina.”
Se são seus filhos ou dos irmãos: “Criança é assim mesmo. Carecem de misericórdia e orações.”

Diante disso gostaria de  trazer algumas sugestões para aqueles que entendem a dificuldade do ministério pastoral e que desejam se tornar incentivadores do seu pastor:

1º- Interceda e ore pelo seu pastor todos os dias. Faça-o saber que está orando por ele.
2º - Preste atenção ao sermão. Dê ao pregador toda a sua atenção, e procure colocar em prática aquilo que está sendo pregado no púlpito.
3º- Decida  aprender com seu pastor. Deixe que o sermão do domingo seja o início do seu estudo semanal. Pegue o que você ouviu e aplique-o às suas outras leituras, estudos e leitura bíblica.
4º Evite fofocas. Proteja o seu pastor incentivando o queixoso a resolver suas questões pessoalmente com ele.
5º - Não joque lenha na fogueira. Seja um "apagador" de incêndios.
6º- Pergunte a si mesmo: Como posso encorajar o meu pastor? O que eu posso começar a fazer, que ainda não tenha feito no passado para animá-lo. Eu estou apoiando o pastor e seu ministério? Eu mostro isto pelas coisas que eu digo e faço?
7º- Se você tiver dúvidas a respeito do ensino do pastor, pesquise nas Escrituras e estude-as cuidadosamente, com a mente aberta. Discuta a interpretação com seu pastor de maneira franca e sincera, e depois permita ao Espírito Santo guiá-lo e ensiná-lo na verdade. Esteja preparado para diferenças honestas de opinião acerca do significado de algumas passagens.
8º - Encoraje o seu pastor a gastar tempo regularmente em oração e estudo.
9º- Deixe para ele um bilhete de vez em quando mencionando coisas que ele tenha dito ou feito que teve algum significado para você. Menções específicas de como as mensagens têm ministrado a você.
10º - Evite criticas descontrutivas.
11º - Estimule grupos na sua igreja - especialmente aqueles dos quais você faz parte a encorajar o pastor e a sua família. Converse com outros a respeito dos ensinos dos sermões. Promova conversas e ensino, baseados nos sermões, como uma parte regular das suas conversas na igreja.
12º - Encoraje a família do seu pastor.

E por fim responda sinceramente: "se você fosse pastor gostaria de ter uma pessoa igual a você como ovelha?

Prezado amigo, valorize seu pastor, com certeza isso agradará ao Senhor.
Como você está tratando, amando e honrando seu pastor e a família dele?
Shalom!
Deus vos abençoe.  Pr.Jeanderson  Morais

domingo, 10 de junho de 2012

DIA DO PASTOR

Parabéns a todos aqueles que diante do chamado, disseram: "Eis-me aqui, envia-me a mim" e tem buscado manter limpas suas vestes. 



PARABÉNS PASTOR!




quinta-feira, 5 de abril de 2012

SEXTA SANTA: QUEM MATOU DEUS?

O filme abaixo foi produzido pela Mars Hill para a Sexta-Feira Santa, sendo disponibilizado no sitewhokilledgod.com. O filme mostra o que se passou naquela sexta-feira santa, na crucificação de Cristo. Se você se pergunta “o que é a páscoa?” ou “qual a mensagem da páscoa?” este é o maior significado da páscoa.


terça-feira, 27 de março de 2012

A criação diz que Deus está irado.

Preguei sobre isso no domingo, vou tentar sintetizar o máximo, se quiserem o texto está em Rm. 1:16 a 32.
Primeiro a bíblia nos diz que o céu, a criação revela que existe UM Deus, que o Deus invisível revela seu eterno poder e sua divindade através das coisas visíveis, ou seja, quer ver a grandeza de Deus, o alcance do seu poder olhe para sua criação, toda ela só faz revelar a Deus, mas que essa criação revela que Deus está irado. Porque? Porque os homens pegaram a verdade de Deus e a sufocaram, trocando a verdade de Deus pela injustiça, se tornando rebelados contra Ele e praticando toda maldade contra o próximo, ao invés de o reconhecerem como Deus, e o glorificarem e serem gratos, resolveram raciocinar e filosofar sem leva-lo consideração, por isso seus pensamentos ficaram nulos, seus corações endureceram, suas consciências perderam o discernimento, e preferiram adorar a tudo menos a Deus.
Porque rejeitaram a Deus, o castigo de Deus foi proporcional ao pecado deles, primeiro porque eles desonraram a Deus, Ele os entregou para desonrarem seus corpos entre si, segundo porque mudaram a verdade de Deus em mentira, preferindo adorar a criatura, Deus os entregou ao erro, ao desejo sem controle, as mulheres mudando suas relações intimas que é natural pelo não natural, e também os homens passaram a deixar de querer contato com mulheres para querer outros homens recebendo em si mesmos o castigo de suas escolhas. E por ultimo porque desprezaram a Deus, Deus os entregou a uma disposição mental desprezível, cometendo todo tipo de maldade.


Ou seja, eles disseram não queremos a Deus, nós os desprezamos, então Deus lhes disse, que seja feita a vossa vontade.


Por fim o veredito final de Deus foi que eles sabem que quem comete tais coisas merece a perdição eterna, mas eles não somente fazem, mas batem palmas e aprovam todos os que fazem. 


Se queremos ver o sinal da ira de Deus devemos olhar para o lugar certo, não para a economia, ou os desastres, mas para o pior castigo que o homem pode ter, estar entregue a sua própria vontade.


Mas Deus providenciou um meio para todo aquele que deseja reconhecer a Deus, por isso não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Toda a gloria a Jesus Cristo que é bendito eternamente. Amém

quinta-feira, 1 de março de 2012

RAÍZES ARRANCADAS


Para reflexão, palavras de Hobart Mowrer, ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, professor de Harvard e Yale:


"Durante várias décadas nós, psicólogos, víamos toda a questão do pecado e da responsabilidade moral como um grande pesadelo, e proclamamos a nossa libertação dele como algo que marcaria época. Mas, com passar do tempo, descobrimos que estar livre neste sentido, isto é, ter a desculpa de estar doente em vez da de ser pecador, é cortejar o perigo de também ficarmos perdidos. Este perigo é, creio eu, evidenciado pelo amplo interesse que há no existencialismo, o que estamos testemunhando atualmente. Tornando-nos amorais, eticamente neutros e livres, cortamos as próprias raízes do nosso ser, perdemos o nosso mais profundo senso de identidade pessoal, e com os neuróticos nos vemos perguntando: "Quem sou eu, qual é o meu destino mais profundo, qual é o sentido da vida?"
Em reação ao estado próximo do limbo a que nos precipitamos, de repente nos cientificamos, uma vez mais, do problema dos valores e da sua centralidade nas atividades humanas. Esta tendência transparece claramente em programas de nossas recentes reuniões profissionais, em artigos de jornais e, até certo ponto, em nossos livros didáticos. É evidente que algo verdadeiramente básico está ocorrendo com os psicólogos e com a sua própria imagem."

Sem necessidades de adendos, o texto fala por si.



Fonte: "Sin, the Lesser of two Evils", American Psychologist, 15 (1960): 301-304