terça-feira, 21 de dezembro de 2010

EU CONTINUO ACREDITANDO NA IGREJA

Por Renato Vargens
 
Há pouco fiquei sabendo a história de um líder evangélico que afirmou ter vergonha da igreja e de que evita contar para as pessoas do seu convivio que é pastor.

Pois é, ao contrário deste irmão eu ainda continuo acreditando na igreja. Sim! Tenho uma imensa alegria em dizer que amo a igreja do meu Senhor.

Apesar das indiossincracias e incongruências da Igreja eu ainda creio nela.  Apesar dos pilantras deste tempo que comercializam a olhos vistos a fé, sinto-me honrado de ter sido vocacionado por Deus para o ministério pastoral. Apesar dos falsos apóstolos que comercializam a fé evangélica, eu continuo acreditando na igreja. 

Apesar dos adeptos da teologia da prosperidade possuirem um número incontável de simpatizantes, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar dos vendilhões do templo que vendem sementes e unções escalafobéticas, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar dos lobos travestidos de ovelhas que enganam multidões em nome de Cristo, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem abandonado as Escrituras trocando-as pela psicologia e psicanálise, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns  pastores terem abandonado as doutrinas da graça em detrimento ao evangelho da barganha e da troca, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem judaizado a evangelho, eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores terem "hierarquizado" o reino, criando oficios patriarcais eu continuo acreditando na igreja.

Apesar de alguns pastores valorizarem muito mais os seus transloucados atos proféticos em detrimento a Palavra de Deus, Eu continuo acreditando na igreja.

Prezado amigo, a Igreja foi criada por Cristo. Ela é composta de gente falha, pecadora e cheia de limitações, todavia, continua sendo de Cristo.

Diante do exposto, afirmo sem titubeios que continuo crendo na Igreja do Deus vivo como a única coluna e baluarte da verdade.

Faço minhas as palavras do Credo Apostólico: “Eu creio na igreja, pura, santa e verdadeira”.

Soli Deo Gloria

Renato Vargens

sábado, 11 de dezembro de 2010

Um sonho de família - DIA DA BÍBLIA

Que a nossa família ame a Tua Palavra Senhor
Que em nossa mesa possamos sempre comê-la
Que os nossos filhos sejam de fato herança
E que eles escolham obedecê-la
Que a nossa família ame a Tua Palavra Senhor
Que não a levemos só por sermos cristãos
Que seja a nossa própria vida; parte de nossas entranhas
E não somente item de decoração
Que a nossa família ame a Tua Palavra Senhor
Que a cada manhã seja o Pão, antes do pão
Guarde-nos de sermos uma geração corrompida
Que abandonou os preceitos e a Tua instrução
Que a nossa família ame a Tua Palavra Senhor
Ame o tesouro que ela contém
Ame a verdade do Teu amor imenso
Ame as famílias que uma Bíblia não têm
Que a nossa família ame a Tua Palavra Senhor
Pois esse amor irá nos curar
Amar Tua Palavra nos conduzirá à Vida
Amar Tua Palavra nos fará prosperar
Que a nossa família ame a Tua Palavra Senhor
Que a nossa casa seja um luzeiro na escuridão
Seja sal numa terra sem gosto
Seja exemplo para esta nação

Fernanda Bispo

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O crente em Jesus deve celebrar o natal?

Por Renato Vargens

Como muitas vezes acontece, a Igreja Evangélica Brasileira polemiza sobre assuntos dos mais diversos. Na verdade, têm sido assim no decorrer recente de sua história. Ultimamente, têm-se falado demasiadamente sobre o natal, sua história e implicações. Como era de se esperar, opiniões diferentes surgiram quanto ao assunto. Existem aqueles que não vêem nenhum problema quanto à celebração da data, e outros que radicalizaram abdicando de toda e qualquer celebração relacionada ao tema em questão.

Antes de qualquer coisa , por favor façamos algumas considerações:

o Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja. Os primeiros indícios da festa provêm do Egito. Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal”. Foi no século V que a Igreja Católica determinou que o nascimento de Jesus Cristo fosse celebrado no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, isto porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo. Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com benevolência uma desculpa para continuar a celebra-la em grandes alterações no espírito e na forma.

Ontem e Hoje:

A conclusão que chegamos é que o natal surgiu com a finalidade de substituir as práticas idólatras e pagãs que influenciava sociedade da época. Hoje como no passado à humanidade continua fazendo desta festa pretexto pra bebedeiras, danças e orgias. Se não bastasse isso, todos sabemos que milhões de pais em todo o mundo (Muitos destes cristãos) levam seus filhos pequenos a acreditarem em Papai Noel, dizendo-lhes que foi o bochechudo velhinho que lhes trouxe um presente. Ora, a figura do papai Noel tem origem nos países nórdicos, referindo-se a um senhor idoso, denominado Klaus, que saía distribuindo presentes a todos quanto podia. Infelizmente, numa sociedade materialista e consumista, o tal Papai Noel é mais desejado do que Jesus de Nazaré, afinal de contas, ele é o bom velhinho que satisfaz os luxos e desejos de todos quanto lhes escrevem missivas recheadas de vaidades e cobiças. Se não bastasse, junta-se a isso a centralidade em muitos lares cristãos de uma Árvore recheada de bolinhas coloridas.

O espírito consumista e mercantilista do natal, bem como a ênfase na árvore e no papai Noel, se contrapõe a mensagem do evangelho que anuncia que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho pra morrer por nós. Aliás, esta é a grande nova! Deus enviou seu filho em forma de Gente! Sem sombra de dúvidas, sou absolutamente contra, duendes, Papai Noel e outras coisas mais que incentivam este “espírito mercantilista natalino”. No entanto, acredito que antes de qualquer posição, decisão ou dogmatização, quanto ao que fazer “do e no natal” devemos responder sinceramente pelo menos três indagações:

1. Será que existe alguma festividade ou festa no mundo que tenha o poder de convergir tanta gente em torno da família, do lar como o natal?

2. Em virtude do grande poder e influência que o natal exerce na sociedade ocidental será que não deveríamos aproveitar a oportunidade e anunciar a todos quanto pudermos que um “menino nos nasceu e um filho se nos deu”?

3. Seria inteligente de nossa parte desconsiderarmos o natal extinguindo-o definitivamente do “nosso” calendário em virtude do“espírito mercantilista natalino” que impera na nossa sociedade?

Outras considerações:

Apesar de não observarmos textos bíblicos que incentivem a celebração do natal, é absolutamente perceptível em diversas passagens a importância e relevância do nascimento e encarnação do Filho de Deus. As escrituras, narram com efusão o nascimento do Messias. Se não bastasse isso, sem a sua vinda, não nos seria possível experimentarmos da salvação eterna e da vida vindoura. Portanto, comemorar o natal, (ainda que saibamos que o Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro) significa em outras palavras relembrar a toda a humanidade que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, pra que todo aquele que nele cresse não perecesse mais tivesse vida eterna.

Isto nos leva a seguinte conclusão:

1. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de evangelização. Em todos os registros históricos percebemos de forma impressionante o quanto os irmãos primitivos eram apaixonados, entusiastas e extremamente corajosos na proclamação do evangelho. Estes homens e mulheres de Deus eram movidos por um desejo incontrolável de pregar as Boas Novas. Eram pessoas provenientes de classes, níveis e posições sociais das mais diversas: artesãos, sacerdotes, empresários, escravos, gente sofisticada bem como pessoas simples e iletradas. Entretanto, ainda que diferentes, todos tinham em comum o sentimento de “urgência” em anunciar a Cristo. Vale a pena ressaltar que Jesus comumente usou as festas judaicas como meio de evangelização. Os 04 evangelhos, nos mostram o Senhor pregando e ensinando coisas concernentes ao reino de Deus a um número considerável de pessoas em situações onde a nação celebrava alguma festividade. Na verdade, ele aproveitava os festejos públicos pra anunciar as boas novas da salvação eterna. Ora, tanto nosso Senhor quanto à igreja do primeiro século tinham como missão prioritária à evangelização. Portanto, acredito que o natal seja uma excelente ocasião pra anunciar a cristo aos nossos familiares e amigos. Isto afirmo, porque geralmente é no natal onde a maioria das famílias se reúnem. O natal nos propicia uma grande oportunidade de proclamarmos com intrepidez a cristo. Junta-se a isso, que o período de fim de ano é um momento de reflexão e avaliação pra muitos. E como é de se esperar, em um mundo onde a sociedade é cada vez mais competitiva e egoísta, a grande maioria, sofre com as dores e marcas deste mundo caído e mau. É comum nesta época o cidadão chegar a conclusão de que o ano não foi tão bom assim. A conseqüência disto é a impressão na psique do individuo de sentimentos tais como frustração, depressão, angústia e ansiedade.E é claro que tais sentimentos contribuem consideravelmente a uma abertura maior a mensagem do evangelho.

Abertura pro Sagrado

Um outro fator preponderante que corrobora pra evangelização é significativa abertura ao sagrado e ao sobrenatural que a geração do século XXI experimenta. No inicio do século XX, acreditava-se que quanto mais o mundo absorvesse ciência menor seria o papel da religião. De lá pra cá a tecnologia moderna se tornou parte essencial do cotidiano da maioria dos habitantes do planeta e permitiu que até os mais pobres tivessem um grau de informação inimaginável 100 anos atrás. Apesar de todas essas mudanças, no inicio do século XXI o mundo continua inesperadamente místico. O fenômeno é global e no Brasil atinge patamares impressionantes.

A Revista Veja encomendou uma pesquisa ao Instituto Vox Populi, perguntando as pessoas se elas acreditavam em Deus. A maioria absoluta ou seja, 99% dos brasileiros responderam que acreditavam. Sem dúvida, o momento é impar na história, até porque, com exceção de alguns períodos da história mundial o mundo nunca esteve tão aberto ao sagrado como agora. Diante disto, será que o natal não representa uma excelente oportunidade de evangelização?

2. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de reconciliação e perdão.Você já se deu conta que a ambiência do natal proporciona uma abertura maior à reconciliação e perdão? Repare quantas famílias se recompõem, quantos lares são reconstruídos, quantos pais se convertem aos filhos e quantos filhos se convertem aos pais. Será que a celebração do natal não abre espaço nos corações pra reconciliação e perdão? Ora, O senhor Jesus é aquele que tem o poder de construir pontes de misericórdia bem como de destruir as cercas da indiferença e inimizade.

3. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de sermos solidários em uma terra de solitários.Por acaso você já percebeu que no natal as pessoas estão mais abertas a desenvolver laços de fraternidade e compaixão com o seu próximo? Tenho para mim que o natal pode nos auxiliar a lembrarmos que a vida deve ser menos solitária e mais solidária. Isto afirmo porque o natal nos aponta o desprendimento de Deus em dar o seu filho por amor a cada de um nós. O Nosso Deus se doou, se sacrificou e amou pensando exclusivamente no nosso bem estar e salvação eterna. Você já se deu conta que o natal é uma excelente oportunidade pra nos aproximarmos daqueles que ninguém se aproxima além de exercermos solidariedade com aqueles que precisam de amor e compaixão?

Conclusão

Sem qualquer sombra de dúvida devemos repulsar tudo aquilo que seja reflexo deste “espírito mercantilista natalino”. Duendes, Papai Noel, devem estar bem longe da nossa prática cristã. Entretanto, acredito que como portadores da Verdade Eterna, devemos aproveitar toda e qualquer oportunidade pra semear na terra árida dos corações a semente da esperança. Jesus é esta semente! Ele é a vida eterna! O Filho de Deus, que nasceu, morreu e ressuscitou por cada um de nós. A missão de pregar o Evangelho nos foi dada, e com certeza, cada um de nós deve fazer do natal uma estratégia de proclamação e evangelização.

Celebremos irmãos e anunciemos que o Salvador nasceu e vive pelos séculos dos séculos amém.

Soli Deo Gloria

A Falta que uma leitura faz.

O que tem prejudicado a sua vida no passado e, lamento dizer, até hoje, é a sua negligência quanto à leitura. Negligência tal que, por sua vez, chega a prejudicar até o próprio desejo de ler.

Dificilmente me recordo de um pregador que leia tão pouco. Eis a razão porque seu talento em pregar não aumenta. Você continua pregando como pregava há sete anos; com emoção, porém sem profundidade. Falta variedade e conteúdo.

A leitura poderá preencher estas lacunas com meditação e oração diária. Você prejudica a si mesmo em omitir tal prática.

Desprezo à leitura impede alguém de ser um pregador maduro. Até para ser um cristão íntegro é mister a leitura adequada. Queira Deus que começasse logo!

Separe uma parte do dia para este exercício. Assim adquirirá o sabor por aquilo que faltava; o que parece monótono no início se tornará com o tempo um prazer.

Com ou sem disposição leia e ore diariamente. É para a sua própria vida; não existe outro caminho. Faltando isso será para sempre um pregador superficial.

***
John Wesley, em 17 de agosto de 1760 em carta a John Trembath

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Imagine

Este é um trecho do Livro “Decepcionado com Deus: Três Perguntas que Ninguém Ousa Fazer” de Philip Yancey, famoso escritor cristão norte-americano da atualidade. No momento estou devorando esse livro. Espero que vocês gostem. Boa Leitura.  
“...
O homem é o risco de Deus”, disse um teólogo. Um outro, Sören Kierkgaard, expressou-o da seguinte maneira: “Deus tem, por assim dizer, se aprisionado a si mesmo em sua resolução.” Quase tudo que os teólogos dizem acerca da liberdade humana soa um tanto quanto certo e um tanto quanto errado. Como um Deus soberano pode correr riscos ou se aprisionar a si mesmo? No entanto, a criação do homem e da mulher, por Deus, se aproximou desse tipo surpreendente de autolimitação.
            Considere esta descrição fantasiosa da criação, feita por William Irwin Thompson:

            Imagine Deus no céu, cercado pelos coros de anjos que o adoram, cantando hosanas interminavelmente... “Se eu criar um mundo perfeito, sei qual será o resultado. Em sua absoluta perfeição, funcionará como uma máquina perfeita, jamais se desviando de minha vontade absoluta.” Uma vez que a imaginação de Deus é perfeita, para ele não há qualquer necessidade de criar tal universo: para ele é suficiente imaginá-lo para poder vê-lo em todos os seus detalhes. Tal universo não seria muito interessante quer para o homem quer para Deus, por isso podemos presumir que a Divindade prosseguiu em suas meditações. “Mas que aconteceria se eu criasse um universo que é livre, livre até mesmo de mim? O que aconteceria se eu escondesse a minha divindade de maneira que as criaturas fossem livres para cuidarem de suas próprias vidas, sem ficarem amedrontadas por minha presença onipotente? As criaturas irão me amar? Posso ser amado por criaturas que não programei para me adorarem eternamente? Será que da liberdade pode surgir o amor? Meus anjos me amam incessantemente, mas eles podem me ver a todo o tempo. Que acontecerá se eu criar seres à minha própria imagem como um criador, seres que sejam livres? Mas, se eu introduzir liberdade nesse universo, corro o risco de também introduzir o mal, pois se forem livres, então serão livres para se desviar de minha vontade. Bem... Mas o que acontecerá se eu continuar a interagir com esse universo dinâmico, o que acontecerá se eu e as criaturas juntos nos tornarmos os criadores de uma grande peça cósmica? O que acontecerá se, de cada ocasião de manifestação do mal, eu reagir com um bem inimaginável, um bem que supera totalmente o mal ao se manifestar inesperadamente a partir das próprias tentativas do mal de negar o bem? Essas novas criaturas de liberdade irão me amar, unir-se-ão a mim para criar o bem a partir do mal, algo novo a partir da liberdade? O que acontecerá se eu me unir a elas no mundo de limitação e forma, o mundo de sofrimento e mal? Ah... num universo verdadeiramente livre, nem eu mesmo sei como isso acabará. Será que eu mesmo tenho coragem de assumir esse risco em nome do amor?”  

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

DISPENSAÇÃO

Dispensação, na Bíblia, é um período de tempo no qual Deus trata com o homem e são sete dispensações que dividem a sua história.

1 Inocência.
Responsabilidade: Não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Fracasso: Comeram.
Juízo: Morte e a maldição sobre toda Terra.
Início: Criação do homem. Gênesis 2.26-31, sexto dia.
Término: Queda do homem. Gênesis 3.
Duração (tempo): Desconhecido.

2 Consciência.Responsabilidade: Obedecer a Deus com base na consciência.
Fracasso: Corrupção total da humanidade.
Juízo: Dilúvio.
Início: Quando Adão foi posto fora do Éden.
Término: Dilúvio.
Duração: 1.656 anos.

3 Governo.Responsabilidade: Multiplicar e Povoar toda a Terra.
Fracasso: Desobedeceram.
Juízo: Confusão de línguas - Babel.
Início: Após Noé sair da arca com sua família. Gênesis 9.
Término: Chamamento de Abrão. Gênesis 12.
Duração: 427 anos.

4 Promessa.Responsabilidade: Morar em Canaã.
Fracasso: Moraram no Egito.
Juízo: Escravidão no Egito.
Início: Chamamento de Abrão. Gênesis 12.
Término: Entrada dos filhos de Israel em Canaã.
Duração: 430 anos

5 Lei.Responsabilidade: Guardar a Lei.
Fracasso: Violaram a Lei e rejeitaram o Messias.
Juízo: Dispersão por entre as nações.
Início: No deserto, após terem passado o Mar Vermelho.
Término: Rejeição do Messias (o Cristo – o Senhor Jesus)
A destruição de Jerusalém foi a ação judicial - por assim dizer - que demarcou o seu fim, e consequentemente a dispersão dos judeus.
Duração: 1.520 anos.

6 Graça.Responsabilidade: Crer no Evangelho da Graça de Deus – Receber ao Senhor Jesus pela fé.
Fracasso: Rejeitaram o Senhor Jesus.
Juízo: Condenação eterna – Inferno. João 3.18,36. (Veja também A Grande Tribulação).
Início: Dia de Pentecostes em Atos 2. A vinda do Espírito Santo. A morada do Espírito Santo no crente é o que caracteriza esta dispensação.
Término: Dia do arrebatamento. A vinda do Senhor Jesus para os Seus santos.
I Tessalonicenses 4.13-17 - “Num momento, num abrir e fechar de olhos...” I Coríntios 15.52
Duração: Até hoje, tem durado aproximadamente 2.000 anos.

7 Milênio.Responsabilidade: Obedecer e a adorar a Cristo.
Fracasso: Rebelião.
Juízo: Inferno.
Início: A vinda do Senhor Jesus nos ares com os Seus santos.
Término: Satanás será solto e haverá a última rebelião – Gogue e Magogue (Apocalipse 20.7,8).
Duração: 1.000 anos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ratimbum é maldição. Verdade ou Mito?



Recebi esta materia e me interessei pelo tema, pesquisei e resolví postar para esclarecer a muitos que ficam em dúvida do que acreditar. resolvi fazer uso dessa ferramenta poderosa que é o Blog.

Há na net (www.henriquedsc.blogspot.com) uma teoria de que a palavra RATIMBUM seja uma invocação de maldição demoníaca, como você pode ler abaixo, mas encontrei uma materia no blog: www.adoradoresibv.blogspot.com que vem desmistificar a teoria da maldição. Você tem todo o direito e livre arbítrio para acreditar no que for mais razoável para você, pois eu, sendo meramente humano, não sou e não pretendo ser o dono da verdade e muito menos o detentor do seu destino, pois essas tarefas, pertencem unica e exclusivamente ao Senhor nosso Deus, criador dos céus e da terra, que é digno de toda honra, gloria e adoração. A Ele eu sirvo, por Ele eu vivo e é Ele que eu respiro.

Eu te amo Deus!

Preste atenção nas duas matérias:

1º versão: www.henriquedsc.blogspot.com/2009/08/o-significado-de-ratimbum.html

> RATIMBUM é uma palavra mágica usada pelos magos persas na Idade Média. Em rituais satânicos, elas eram pronunciadas assim e ao contrário fazendo o mestres dos magos surgir das cinzas e realizar os desejos de quem os proclamou.
Por muito tempo cantamos inocentemente um "parabéns" pra alguém que está aniversariando. Mas até aqui tudo bem.
O que muitos não sabem é que depois da música vem um tal de ratimbum(isso significa: eu amaldiçoo você) muitos não sabem, mas os demônios se divertem em muitas festas até cristãs.
Esse ratimbum é pronunciado até para os pastores e devemos tomar cuidado porque é essa mesma a finalidade do maligno.
 Muitos não sabem porque acontecem tantas coisas misteriosas depois de uma simples festa de aniversário.

 Deixo aqui o meu alerta a todos os que leem essa mensagem porque a obra do maligno é essa: festejar a ruína do homem.
> Existiu até certo tempo um programa infantil numa determinada emissora de TV (castelo ratimbum) que significa "castelo da maldição".
 Como podemos cantar felicitando uma pessoa e depois amaldiçoa-la?

Irmãos tomemos muito cuidado.. Passem isso adiante...que Deus nos guarde!!!
Detalhe que depois de dizer ratimbum, se pronucia o nome do aniversariante várias vezes...

2º versão: www.adoradoresibv.blogspot.com/2009/08/o-ra-tim-bum-verdade-ou-mito-da.html

Alguns irmãos, inclusive eu, pesquisaram sobre o assunto a fim de que não se espalhem males entendidos no meio do povo de Deus. O mais completo e sintético estudo nos foi passado pelo irmão Gustavo Serafim, suas palavras estão a seguir:
Mais abismado do que com a criatividade em se criar "lendas urbanas" as vezes até com supostas "fontes" eu fico é pasmo de ver como essa combinação crentes + internet + lendas tomam proporções absurdas.

Tenho a felicidade de ter nascido em um lar evangélico e de ter acesso a internet já a bastante tempo. Com isso, e mais uma certa curiosidade em conferir a veracidade das coisas que circulam na net (o mínimo que todos deveriam fazer) resolvi escrever sobre o assunto.

Como se já não bastasse aquele email sem noção e que enche o saco de tanto receber, sobre um filme chamado 'Corpus Christis' que vai sair em breve (detalhe que vai sair em breve desde 2001 que circula este email!!) contendo cenas de relações homossexuais, agora tem este do RÁ-TIM-BUM.

Como diz em Oséias 4:6, "O meu povo é destruído por falta de conhecimento".

Ainda no caso do email do filme, acreditem que teve (e ainda deve ter) igrejas orando e fazendo campanhas contra a veiculação de um filme que nunca nem existiu!!!!

Da mesma forma, agora que está na moda algumas palavrinhas no nosso CRENTÊS, a palavra maldição ganha mais força do que deveria.

Bom, pra isso aqui não ficar muito comprido e ninguém ler, vou falar só do email do rá-tim-bum e pronto.

Pra variar um pouquinho, nada que comprove esta teoria do RÁ-TIM-BUM significar maldição, os textos que fazem referência a esse fato carecem de informações básicas tais como: livro extraído, data de publicação etc. ou seja, não são fontes confiáveis.

Mais uma coisa, se essa é uma palavra de encantamento dos Druidas Celtas porque só existe no Brasil?

Bem, segundo o Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa, a palavra RATIMBUM é uma onomatopéia, é a imitação de um som. Neste caso o som emitido por uma bandinha de circo ou uma fanfarra quando quer chamar a atenção sobre uma finalização de uma apresentação. A caixa faz TARARÁ!, os pratos fazem TIM!, e o bumbo faz BUM! - TARARÁ TIM BUM, para tornar a palavra mais curta e fácil de falar elipsaram o TARA... e ficou só o RÀ, RA-TIM-BUM, com três sílabas de bom efeito sonoro.

Além disso, existe também uma teoria bem interessante e bem aceita no meio acadêmico como você pode conferir na Revista FAPESP http://www.revistapesquisa.fapesp.br/Suplemento_USP_70_anos.pdf) que o bordão "é pique, é pique, é hora, é hora, é hora, rá-tim-bum", incorporado no Brasil ao Parabéns a você, é uma colagem de bordões dos pândegos estudantes das Arcadas da década de 1930.

"É pique, é pique" era uma saudação ao estudante Ubirajara Martins, conhecido como "pic-pic" porque vivia com uma tesourinha aparando a barba e o bigode pontiagudo.

"É hora, é hora" era um grito de guerra de botequim. Nos bares, os estudantes eram obrigados a aguardar meia hora por uma nova rodada de cerveja – era o tempo necessário para a bebida refrigerar em barras de gelo. Quando dava o tempo, eles gritavam: "É meia hora, é hora, é hora, é hora".

"Rá-tim-bum", por incrível que pareça, refere-se a um rajá indiano chamado Timbum, ou coisa parecida, que visitou a faculdade – e cativou os estudantes com a sonoridade de seu nome.

O amontoado de bordões ecoava nas mesas do restaurante Ponto Chic, com um formato um pouco diferente do que se conhece hoje: "Pic-pic, pic-pic; meia hora, é hora, é hora, é hora; rá,já, tim, bum".

Como isso foi parar no Parabéns a você? "Os estudantes costumavam ser convidados a animar e prestigiar festas de aniversário. E desfiavam seus hinos", conta o atual diretor da faculdade, Eduardo Marchi, de 44 anos, que relembrou a curiosidade em seu discurso de posse, dois anos atrás.

De qualquer forma este tipo de "criação" sempre vai existir, acreditem que tem um igreja de uma cidade vizinha aqui que trocou o parabéns por vembens porque você está "profetizando" pra parar os bens para a pessoa!! Aí, como diz meu pai, tenha a santa paciência, viu!

Provérbios 26:2 - "Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu vôo, assim a maldição sem causa não encontra pouso"
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Estas são as duas versões e cabe a cada um tirar suas próprias conclusões.

Graça e Paz!!!

domingo, 8 de agosto de 2010

Meu amado pai...

Pai...

Eu estava pensando em como te parabenizar neste dia.


Olhei algumas mensagens que pudessem refletir o sentimento de amor pela sua pessoa, e de gratidão pela vida.
Mas nenhuma delas podia expressar o que só o meu coração pode te dizer.
Dizem que pai não é só aquele que da a vida, mas aquele que cuida, que está presente que participa.


Enquanto pensava nisto, refletia como as situações da vida nos privaram de momentos importantes.
Senti muito sua falta.
Eu sei que talvez por uma miopia da vida, um desejo de oferecer-me um futuro melhor.


Enquanto preparava-me para escrever esta mensagem, eu busquei uma referencia, e me lembrei do filho prodigo.
Mas aqui, os papeis se invertem, é você pai, quem voltou...
Foi você pai que foi conquistar o mundo, e a vida lhe foi cruel.


Hoje eu sei que apesar de tudo seu amor por mim jamais foi abalado.
Hoje eu sei que seu coração sempre esteve aqui.
Eu sei pai, porque hoje eu também sou pai.


Por isso meu coração te recebeu de braços abertos.
O passado ficou no passado. Hoje temos motivos para celebrar.
Me ponho como seu filho amado, e te recebo no papel de meu pai, com anel no dedo, que é a autoridade a qual me submeto.


E com festa meu amado pai, pois meu pai prodigo voltou.


Te amo pai.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Jesus, o pastor verdadeiro

JOÃO 10.1-6

"Jesus disse: — Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem não entra no curral das ovelhas pela porta, mas pula o muro é um ladrão e bandido. Mas quem entra pela porta é o pastor do rebanho. O porteiro abre a porta para ele. As ovelhas reconhecem a sua voz quando ele as chama pelo nome, e ele as leva para fora do curral. Quando todas estão do lado de fora, ele vai na frente delas, e elas o seguem porque conhecem a voz dele. Mas de jeito nenhum seguirão um estranho! Pelo contrário, elas fugirão, pois não conhecem a voz de estranhos. Jesus fez esta comparação, mas ninguém entendeu o que ele queria dizer."

sexta-feira, 16 de julho de 2010

MUITO ESQUISITO

NÃO É ESQUISITO QUE...

Quando o outro não faz é preguiçoso.
Quando o outro fala é intrigante.
Quando o outro se decide a favor de um ponto, é "cabeça dura".
Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.
Quando você passa sem cumprimentar... É apenas distração.
Quando você fala... É porque precisa desabafar.
Quando você age assim... É gentil.
Quando você o faz... Está sendo precavido.
Quando o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.
Quando o outro progride, teve oportunidade.
Quando o outro luta por seus direitos, é teimoso.
Quando você liga sempre para alguém, é porque gosta dos amigos.
Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas.(Mateus 7:12)
 
Pastor Anderson Bravo

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Enfrentando a Procrastinação

Por Rick Warren

A maioria de nós já experimentou as oito fases da procrastinação:
Fase 1: “Desta vez, começarei mais cedo.” (Fase esperançosa).
Fase 2: “Eu preciso começar logo.” (Fase de pouca tensão).
Fase 3: “Eu deveria ter começado mais cedo.” (Fase de culpa insidiosa).
Fase 4: “Ainda há tempo para fazer isso.” (Fase de falsa segurança).
Fase 5: “O que há de errado comigo?” (Fase de início do desespero).
Fase 6: “Eu não aguento mais.” (Fase de sofrimento intenso).
Fase 7: “Faça acontecer.” (Fase “livre-se disto”).
Fase 8: “Da próxima vez, começarei mais cedo.” (Fase círculo vicioso).

Procrastinação pode resultar em danos enormes no trabalho, tanto para nós quanto para outras pessoas. Causa pressões e problemas desnecessários. Desperdiça oportunidades, tempo e dinheiro.

O problema é que procrastinação vicia! Quanto mais sucumbimos a ela, mais difícil é mudar. Deixar as coisas para depois se transforma num modo de vida, acarretando para nós, e com frequência para outras pessoas, grande sofrimento físico e emocional.

A Bíblia apresenta a seguinte visão sobre a procrastinação: “Se você esperar pelas condições perfeitas, jamais fará nada” (Eclesiastes 11.4 – tradução livre). Qual a solução? Tenho algumas sugestões:
· Pare de apresentar desculpas.
· Tome consciência de que o perfeccionismo paralisa a performance.
· Enfrente seus temores.
· Concentre o foco sobre o ganho, e não sobre a dor.

Em outras palavras, sempre que tiver algo importante para fazer, não espere: faça-o! O que você vem adiando, mesmo sabendo que precisa ser feito e não pode mais ser postergado? Algo no trabalho, no lar ou na igreja? Agora é hora de entrar em ação: faça-o já! Esta oração pode ajudar: “Deus, ajuda-me a fazer o que eu já sei que preciso fazer. Ajuda-me a fazê-lo agora!”

A Bíblia nos oferece duas observações adicionais, úteis quando estamos determinados a vencer o hábito destrutivo da procrastinação: “Não se gabe do dia de amanhã, pois você não sabe o que este ou aquele dia poderá trazer” (Provérbios 27.1). “Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (Salmos 118.24).

Este é o único dia que temos, e pode ser que não o tenhamos por inteiro! Portanto, faça já o que deve ser feito.

sábado, 15 de maio de 2010

SÃ DOUTRINA: O que realmente os crentes precisam.

SOTERIOLOGIA

A palavra soteriologia vem do vocábulo grego soteria e significa salvação, libertação de um perigo iminente, livramento do poder da maldição do pecado, restituição do homem à plena comunhão com Deus. A salvação do ser humano é obtida pela graça, ou seja, é um dom gratuito e imerecido que o pecador recebe, Ef 2: 8-9.

Quando João 19: 30 diz: “está consumado”, que é a expressão grega tételestai, ele quer dizer quer tudo está pago. Isto representa a salvação para o cristão. Tudo foi comprado no calvário. Abrange cada fase de nossas necessidades e dura de eternidade a eternidade. Inclui a libertação do pecado no presente e a apresentação contra as invasões do pecado no futuro, Jd 1: 24-25; Tt 2: 11-13. Então, vejamos em detalhes suas fases: salvação: arrependimento, fé, conversão, regeneração, justificação, adoção e santificação.


ARREPENDIMENTO

Arrependimento é o ato pelo qual a pessoa reconhece o seu pecado e o abandona, confessando-o a Deus. O arrependimento é diferente do remorso. Por exemplo: João e Pedro colam na prova escolar. João confessa, pede perdão e aceita a punição. Isto é arrependimento. Pedro é surpreendido pelo professor, tem remorso e no coração diz que na próxima prova, se tiver oportunidade, vai colar novamente.

Nessa ilustração, Pedro sentiu apenas remorso. O remorso é a tristeza do mundo que produz morte. O arrependimento verdadeiro é a tristeza que, segundo Deus, conduz à salvação, 2Co 7: 10. No Novo Testamento, Pedro e Zaqueu são exemplos de arrependimento, Mt 26: 75; Lc 19: 8, e Judas, um exemplo de remorso do seu pecado, Mt 27: 3-5.




Quando se fala em fé, há alguns textos que muitos já sabem de cor: “fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se vêem”, Hb 11: 1; “A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da palavra de Deus”, Rm 10: 17; “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação”, Rm 10: 9-10.

No idioma grego, língua em que foi escrito originalmente o Novo Testamento, há duas expressões para a palavra fé: pistis – uma crença ou convicção intelectual; uma completa confiança em Deus, ou mais particularmente, em Cristo, com vista à redenção do pecado; pisteuein – confiança plena em Deus. Há dois tipos de fé: a fé salvadora e a fé como um dom.


CONVERSÃO

O termo grego para conversão é metanóia, ou seja, mudança de mente e transformação. Deve-se distinguir a conversão cristã de outras qualidades de conversão. O vocabulário conversão, literalmente, significa voltar ou mudar de direção. Portanto, neste sentido literal, podemos ser convertidos dum ponto de vista para outro. Pode-se mudar de partido político, e assim dá uma conversão política. Mudar de denominação, e assim se dá uma conversão religiosa.

A conversão cristã é o ato pelo qual a pessoa se volta do pecado para Jesus Cristo, tanto para obter perdão dos pecados, como para se libertar deles. Isso inclui livramento da pena do pecado. A conversão está intimamente ligada ao arrependimento, porque o arrependimento enfatiza o aspecto negativo do abandono ou saída do pecado, enquanto a conversão enfatiza o aspecto positivo da volta para Cristo. O arrependimento produz tristeza pelo pecado, já a conversão produz alegria por causa do recebimento do perdão e livramento da pena do pecado. O arrependimento nos leva à cruz. Já a conversão nos leva ao túmulo vazio e ao Cristo ressurreto.


REGENERAÇÃO OU NOVO NASCIMENTO

O sentido etimológico da palavra regeneração vem do vocábulo grego paliggenesia e significa novo nascimento ou nascer de novo. Refere-se a uma nova criação. Regeneração é uma mudança sobrenatural e instantânea operada pelo Espírito Santo na natureza da pessoa que recebe Jesus Cristo como Salvador.

O apóstolo João descreve a regeneração como novo nascimento, Jo 3: 3-8. Jesus fala que é como passar da morte para a vida, Jo 5: 24. Já o apóstolo Paulo chama de nova criatura, 2Co 5: 17; Gl 6: 15. Regeneração não é uma reforma no ser humano. Essa reforma pertence ao plano humano, a regeneração, ao divino. A reforma é algo ligado ao exterior; já a regeneração é a mudança interior, que vem de dentro. A reforma afeta a conduta, já a regeneração modifica o caráter, Tt 3: 5.


JUSTIFICAÇÃO

A palavra justificação vem do verbo grego dikaioo e significa declarar que uma pessoa é justa, tornar justo. Já o substantivo dikaiósis significa justificação, que é o ato da graça divina pelo qual Deus declara justa a pessoa que põe sua fé em Jesus Cristo como seu salvador. Podemos ilustrar isso com um criminoso que pode até ser perdoado pelo governo e deixa a prisão, porém leva a culpa consigo em sua consciência, mesmo já em liberdade.

Nesse caso, ele foi perdoado, mas não justificado, visto que era culpado do crime pelo qual o levou a prisão. Mas, no caso da pessoa justificada, ela é isentada, não porque não mereça punição, e não pelo fato de já não mais carregar a lembrança de sua culpa, mas porque as exigências da lei divina foram satisfeitas. Outra pessoa tomou o lugar dele e padeceu a execução destinada a ele. A lei não tem mais o que alegar contra ele.

Na justificação, Jesus literalmente assumiu as nossas dívidas e pagou por nós: “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso senhor Jesus Cristo”, Rm 5: 1; “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito”, Rm 8: 1; “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”, Cl 2: 14.


ADOÇÃO DE FILHO

Adoção é o ato da graça de Deus que toma como filhos aqueles que aceitaram a Jesus Cristo, concedendo-lhes os direitos e privilégios de Jesus. A regeneração é uma mudança de nossa natureza. A justificação é uma mudança de nossa situação diante de Deus. A adoção é uma mudança de nossa ordem e posição de mera criatura, para Filho: “Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor”, Cl 1: 13.

João 1: 12-13 afirma: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. Todo ser humano pode fazer parte da família divina através de Jesus Cristo. É fundamental aceitá-lo como único e suficiente Salvador e Senhor de sua vida. Aqueles que já tomaram essa decisão filhos de Deus.

Concluindo, o cristão é salvo através de Jesus. Uma parte desse processo é o ser humano que tem de executar e a outra a divina. Por isso, é fundamental na vida cristã que tenhamos a certeza de que o nosso lugar na nova Jerusalém está garantido através de graça divina.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Coadjuvantes

Por Jeanhderson M. Martes

Sabe, quando lemos a historia de José, quase sempre nos focalizamos na trajetória DELE (José).


Parece obvio, afinal de contas é ele o personagem principal na sua própria historia.

Na palavra de Deus José se destaca como personagem bíblico;

_ ainda garoto, reprovava a atitude dos irmãos que andavam fazendo alguma coisa que com certeza não era boa coisa, (a bíblia só diz que eles eram reprováveis)

_ também garoto já demonstrava intimidade com Deus, afinal Deus lhe da sonhos que fariam toda a diferença no futuro

_ sem falar que permanece fiel depois de ser lançado numa cisterna, vendido como escravo pelos irmãos, tentado pela mulher de seu senhor, caluniado por está mesma mulher, lançado na masmorra como prisioneiro, esquecido por dois anos pelo copeiro a quem interpretou um sonho e confortou, uffaaa.

O garoto fiel.

peraí, garoto?

agora José já era homem quando o copeiro se lembra dele, estava com 30 anos e finalmente ele interpreta o sonho do faraó e se torno o 2º homem mais importante do Egito, o Império da época.

Mas peraí;... A historia de José tem coadjuvantes, isso mesmo, vários coadjuvantes, e dentro desta narrativa tem um acontecimento peculiar que seus irmãos me fazem pensar em como nós reagimos diante de uma situação.

Os seus irmãos sofreram um bocado pela covardia que cometeram,

*Imagino eles vendo seu pai Jacó chorando e recusando ser consolado pela suposta morte de José

*Imagino eles convivendo com o peso do que fizeram durante os 23 longos anos que José ficou no Egito

*Imagino os olhares cruzados por terem que guardarem um segredo que lhes feria a alma

*Imagino eles diante daquele 1º ministro (José antes de se revelar) se culpando agora pelo passado que vinha cobrar a conta

*Imagino deles lembrando enquanto José ainda moço clamava com angustia para que não o vendessem

*Imagino o medo e surpresa deles agora que José se revelava a eles como sendo o irmão outrora vendido e agora príncipe no Egito

Coadjuvantes que com certeza tinham toda a razão de temerem, mas ao invés de medo o garoto sonhador lhes retribuia com misericórdia, compaixão, perdão e amor.

Agora estavam todos reunidos; os onze irmãos, Jacó, e José.

Tudo resolvido.

Não para os irmãos... Mais 17 anos se passaram, Jacó morreu... Nosso pai morreu e com certeza José vai cobrar tudo o que fizemos a ele, eles já estavam com José há 17 anos no Egito, e ainda viviam com medo.

Vamos dizer a José que nosso pai disse para ele nos perdoar.

E José chorou enquanto lhes falavam...
Eles o lançaram no poço...
Mas eram eles os prisioneiros.

Eles não entenderam ainda.
Eles não entenderam nada.
Eu José não vou vingar de vocês, eu vou cuidar de vocês.
Vou cuidar de vocês e de seus filhos.

Quanto tempo para o medo passar?
Quanto tempo ainda?

É assim que Ele é!
E José tinha o perfume de Cristo.

Quanto tempo para você entender?

Em demonstração do espirito e de poder

“Eu mesmo, irmãos, quando estive entre vocês, não fui com discurso eloqüente, nem com muita sabedoria para lhes proclamar o mistério de Deus. Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado. E foi com fraqueza, temor e com muito tremor que estive entre vocês. Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram de demonstração do poder do Espírito, para que a fé que vocês têm não se baseasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus.”

Paulo de Tarso

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

IGREJA BATISTA SHALOM DE BOM JESUS DO BAGRE

Irmã Emiliana e Pastor Janderson, Missionaria Sandra e Pastor Adilson, Evangelista Jeanhderson e Irmã Silvana
Pastores e esposas
 
Evangelista e familia
Ministerio de louvor
Familia Shalom de BJB
Louvado seja o nome do Senhor
Essa igreja é uma benção

sábado, 13 de fevereiro de 2010

BIG

BROTHER

BRASIL


Autor: Antonio Barreto,
Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.


Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, ‘zé-ninguém’
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Lá está toda a família
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme ‘armadilha’.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação



Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Dar muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério – não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os “heróis” protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas..
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos “belos” na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos “emburrecer”
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores               
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?



Salvador, 16 de janeiro de 2010.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Tá com Deus? Tá Sozinho?

Por Zé Luís



Quando Adão foi criado, perambulava pelos Pomares do Éden (esta seria a tradução correta e não Jardins) no mundo, por Deus recriado ( a palavra hebraica "Asa" significa "recriar", o que faz mais sentido, já que a Terra era sem forma e vazia, como em estado de Caos, mas existia).



Todos os dias, no fim das tardes, o próprio Senhor vinha passear com ele, que dava nome aos animais, gerados através da força divina.



Um dia, a Trindade confabulava com seus anjos e soltou uma frase aparentemente sem sentido:



"Não é bom que o homem esteja só..."



Um anjo olhou para outro:



- Como o homem está só? O próprio El Shaday passeia com ele! - pensou alto um querubim com ar ameaçador, embora este era seu semblante, e não a de um bebezinho de fraldas.



A indagação do ser angelical era justificada: O homem estava cercado de todo tipo de criatura, tinha acesso a qualquer lugar e dimensão, e o melhor: passeava lado a lado com um ser capaz de criar constelações. Era como um filho que aprende a andar de bicicleta enquanto pai o protege de um eventual tombo.



Se a frase não tivesse saído da boca do próprio Deus, certamente pensaria que era alguma piada celestial, no estilo dos americanos (que só eles entendem).



O boi tinha a vaca, o cão: a cadela, o pombo e a pomba, o lobo e sua fêmea, mas o homem... o homem olhava aquilo tudo e sentia em sua alma um: "Ué..."



Deus então, o anestesia (já que Adão, até então, não sabia o que era dor) e dele, faz um semelhante que o complete. Não fez uma sereia, nem tão pouco uma mulher-gato, ou uma minotauro.



Fez para ele, uma versão fêmea do ser que ele era.



Produziu alguém para olhar nos olhos, estar ombro com ombro, falando o mesmo idioma, e traduzindo situações com os mesmos sentidos e reações.



É estranho que alguns de nós insistam no ostracismo, isolando-se, e assistindo o mundo passar pela janela, por melhor que seja a resolução gráfica da mesma, sem se ater que esta falta na alma onde já tem Deus não pode ser preenchida por ele novamente.



A tendência de todo corpo que ruma para a paralisação é a deterioração, e não a conservação. Nossa alma carece de movimento, de suor, de olhos nos olhos.



Ignorar isso é deixar a acertada declaração do próprio Deus na gaveta dos conselhos em desuso, e por ser o que aconselha quem é, não convém fazê-lo. Não haverá em nosso ser reação diferente de Adão.



Talvez se entenda como se traduzir o que sente aquele que conheceu a Igreja, e não suportou a igreja, abandonando-a. Não se consegue parar de falar nas coisas do Reino, por mais que outras coisas, ligadas a ele, ainda nos entristeçam muito. Mas é sempre bom lembrar:



"Não é bom que o homem esteja só..."