sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

ISSO É DISCIPULADO!

Este vídeo interessantíssimo que compartilho hoje, demonstra de maneira simples a verdadeira essência do discipulado,  foi produzido por jovens do Distrito Federal que se dedicam a pregar o evangelho com suas vidas, o AME Cristo, como eles próprios se definem, é um grupo de amigos cristãos, que pertencem a diferentes igrejas locais e buscam juntos aprofundarem o conhecimento de Deus e do Evangelho, e com isso, desejam levar este conhecimento para os perdidos. Eu o encontrei no site Voltemos ao Evangelho , vá conhecer, possui um excelente conteúdo, um pessoal com o desejo e a responsabilidade de pregar o evangelho puro e genuíno.


Curta o vídeo, creio que ele vai mexer com você.


Deus te abençoe!




quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O credo do modernista


Lendo o livro "Pode o homem viver sem Deus?", de Ravi Zacharias, encontrei um poema do jornalista inglês Steve Turner, chamado "Credo". Este poema de maneira satirica mostra como a nossa sociedade na busca de um mundo sem Deus tem tentado se apoiar na possibilidade de uma vida moral correta, o que tem se mostrado uma verdadeira catastrofe. Leia e reflita. "Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia" 1 Cor 3:19


Credo

Cremos em Marxefreudedarwin.
Cremos que tudo está bem,
Desde que você não prejudique ninguém,
quanto você possa definir prejudicar,
e quanto você possa saber.
 
Cremos no sexo antes, durante
E depois do casamento.
Cremos na terapia do pecado.
Cremos que o adultério é uma brincadeira.
Cremos que a sodomia é correta.
Cremos que os tabus são tabus.

Cremos que tudo está ficando melhor,
Apesar da evidência contrária.
A evidência precisa ser investigada,
E não se pode provar nada com evidência.
 
Cremos que há algo nos horóscopos,
Nos OVNIs e nas colheres entortadas;
Jesus era um homem bom, como Buda,
Maomé e nós mesmos.
Ele foi um bom mestre de moral, embora achemos
Que o seu bom ensino moral era nocivo.

Cremos que após a morte vem o nada,
Porque, quando você pergunta aos mortos o que acontece,
Eles não dizem nada.
Se a morte não é o fim, se os mortos mentiram,
Então o céu é compulsório para todos,
Exceto, talvez,
Hitler, Stalin e Genghis Khan
 
Cremos em Masters e Johnson.
O que se seleciona é a média.
O que é a média é normal.
O que é normal é bom.

Cremos no desarmamento total.
Cremos que há elos diretos entre a guerra e o derramamento de sangue.
Os americanos deveriam fundir as suas armas e transformá-las em tratores,
E certamente os russos os imitariam.
 
Cremos que o homem é essencialmente bom.
É somente o seu comportamento que o faz cair.
É culpa da sociedade.
A sociedade é o defeito das condições.
As condições são o defeito da sociedade.

Cremos que o homem deve descobrir a verdade
Que é certa para ele.
Consequentemente, a realidade se adaptará.
O universo se reajustará.
Cremos que não há verdade absoluta,
Exceto esta:
Não há verdade absoluta.
 
Cremos
na rejeição dos credos,
E no florescer do pensamento individual.

E então o poeta acrescenta este pós-escrito chamado "Acaso"

Se o acaso
é o Pai de toda a carne,
a desgraça é o seu arco-íris no céu,
e quando você ouvir;

Estado de Emergência!
Atirador Mata Dez!
Tropas Avançam com Violencia!
Brancos Vão à pilhagem!
Bomba explode Escola!

É apenas o ruído do homem
adorando o seu criador.

sábado, 6 de agosto de 2011

Avivamento dos ultimos dias ou Apostasia dos ultimos dias?

“Paz, irmãos! Sempre ouvimos, na nossa vida, falar sobre o avivamento dos últimos dias. O que garante realmente o avivamento da Igreja dos últimos dias? Esse avivamento é geral? local? individual?”
Diferente do que muitos cristãos pensam, quando a Escritura menciona os “últimos tempos”“últimos dias” e termos parecidos, ela está se referindo a toda a história do mundo a partir da primeira vinda de Jesus Cristo e não somente aos últimos momentos da história antes de sua segunda vinda.
Nos Atos dos Apóstolos, “Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a voz e disse-lhes: Varões judeus e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras. Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo esta a terceira hora do dia. Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e minhas servas, naqueles dias, e profetizarão”. (Atos 2.14-18) Pedro menciona que Joel havia profetizado a efusão do Espírito para acontecer nos últimos dias. Portanto, os últimos dias já haviam chegado.
Em sua carta, Pedro diz: “… sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com precioso sangue, como de um cordeiro sem defeito e sem mancha, o sangue de Cristo, o qual, na verdade, foi conhecido ainda antes da fundação do mundo, masmanifesto no fim dos tempos por amor de vós”. (I Pedro 1.18-20) Pedro lembra aos cristãos que eles foram salvos não por dinheiro, mas pelo sacrifício expiatório de Jesus Cristo. Isso aconteceu, diz Pedro, no fim dos tempos.
Em sua carta aos Coríntios, Paulo escreveu: tudo isto lhes acontecia como exemplo, e foi escrito para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”. (I Coríntios 10.11) Paulo menciona que ele e seus contemporâneos já haviam chegado aos fins dos séculos. Ele não poderia estar falando dos últimos momentos da História do mundo, bem antes da vinda de Jesus Cristo porque ele escreveu isso há cerca de vinte séculos.
Em sua carta a Timóteo, ele escreve: “Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta- te também desses. Porque deste número são os que se introduzem pelas casas, e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências; sempre aprendendo, mas nunca podendo chegar ao pleno conhecimento da verdade”. (II Timóteo 3.1-7) Aquilo que Paulo diz que viria nos últimos dias, era o que já havia começado a acontecendo em seu próprio tempo. Pois ele menciona tais homens que ele disse que viria nos últimos tempos como já estando ativo e inclusive manda que Timóteo se afaste deles.
Quando a Bíblia fala nos últimos tempos ou nos últimos dias, a premissa é que a História da Humanidade está centralizada na pessoa de Jesus Cristo. Quando fala nos primeiros tempos está uma referência toda a História antes da vinda de Jesus Cristo. Quando fala nos últimos tempos está uma referência toda a História depois da vinda de Jesus Cristo. Como profetizou Isaías:
“Mas a terra, que foi angustiada, não será entenebrecida; envileceu nos primeiros tempos, a terra de Zebulom, e a terra de Naftali; mas nos últimos tempos a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, na Galiléia das nações. O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz… Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto”. (Isaías 9.1-2,6-7)
O Evangelho de Mateus narra o cumprimento:
“E, deixando Nazaré, foi habitar em Cafarnaum, cidade marítima, nos confins de Zebulom e Naftali; Para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías, que diz: A terra de Zebulom, e a terra de Naftali, Junto ao caminho do mar, além do Jordão, A Galiléia das nações; O povo, que estava assentado em trevas, Viu uma grande luz; E, aos que estavam assentados na região e sombra da morte, A luz raiou. Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus”. (Mateus 4.13-17)
O motivo pelo qual muitos pensam que quando a Escritura menciona os últimos dias, ela esteja se referindo aos últimos momentos da história antes de segunda vinda de Cristo é que a palavra dias se referir, para muitos, parece se referir necessariamente a um período curto de tempo. Mas o uso da palavra pela própria Bíblia mostra que ela não precisa necessariamente indicar um período curto de tempo, mas pode se referir a um período de séculos de duração. Vemos isso já nos primeiros capítulos de Gênesis: “E foram todos os dias que Adão viveu novecentos e trinta anos, e morreu”. (Genesis 5:5). Todos na genealogia de Gênesis 5 viveram durante muitos séculos. E a palavra dias - do hebraico yom - é usada pra se referir a esse longo período de tempo.
Sendo assim, nos últimos existiram muitos avivamentos e muitas apostasias. Oremos a Deus para que Ele envie avivamento.
Por Frank Brito © Voltemos Ao Evangelho

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Dez sinais proféticos que falam da última geração.

" Escolhe pois  a vida  , para que vivas , tu  e  a tua  semente  "  DT. 30.19 

Quais são as evidências bíblicas de que somos a ultima geração? A seguir dez sinais bíblicos de que somos a geração que verá a Volta de Jesus Cristo com grande glória, descendo das nuvens:   
1. A explosão do conhecimento. A primeira indicação que confirma que somos a ultima geração, está registrada em Daniel: ‘Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até o tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará’ (Daniel 12:4); A tradução literal deste trecho das Escrituras indica que a última geração experimentará uma explosão de conhecimento. Somos, definitivamente, esta geração. Do jardim do Éden até 1900 d.C., os seres humanos andavam em cavalos, como o Rei Davi ou Júlio César. Num espaço de alguns anos, o homem inventou o as grandes embarcações, o automóvel, o avião e o ônibus espacial, entre outras inúmeras invenções tecnológicas. Na área médica, temos presenciado tamanha explosão de conhecimento, que a ciência precisou redefinir o conceito de morte. A explosão de conhecimento é evidente na super infovia de informação, você pode ficar sentado comodamente em sua casa e obter qualquer informação através da Internet. Podemos dizer que o mundo evoluiu nos últimos 100 anos, mais que nos outros seis mil anos do Éden até nossos dias. Sendo que, nos últimos 15 as inovações tem sido tão velozes que não se dá mais para acompanhar, a cada dia um novo software, uma nova máquina, novas descobertas em várias partes do mundo ao mesmo tempo. É bom lembrar que a menos que 15 anos não existia celular nem Internet.

2. A praga no Oriente médio. O profeta Zacarias teve uma visão e não soube como descrevê-la, chamando-a de ‘os terríveis resultados de uma praga’. Esta praga será enviada a todos os que vierem para lutar contra Jerusalém nos últimos dias. A praga que consome a carne do homem, estando ele ainda em pé, é assim que ele descreve a visão. Os olhos apodrecem ainda nas órbitas, e a língua se dissolve ainda dentro da boca (veja Zacarias 14:12-15).
Esta praga de Zacarias foi um mistério para até antes de 1945 durante a segunda guerra mundial, mas, a bomba atômica foi inventada e usada em Hiroshima e Nagasaki. Uma bomba é capaz de produzir, em milésimos de segundos, uma temperatura de mais de 1 milhão de graus. É desta forma que os olhos e a língua de um homem são consumidos antes que o seu corpo caia no chão. A praga descrita por Zacarias não é mais um mistério. É um armamento atômico, e ele será usado no Oriente Médio.

3. O renascimento de Israel. Todos os grandes profetas testemunharam que Deus tiraria o povo judeu de suas sepulturas gentílicas (todas as nações) e o traria à terra de Israel antes da volta do Senhor. Em 1948 foi anunciado pelas ondas do rádio: ‘As nações unidas anunciaram hoje que reconheceram formalmente o Estado de Israel’. Interessante observar duas coisas:
- primeiramente o próprio Jesus quando seus discípulos o interrogaram a respeito do tempo do fim, de sua vinda novamente a terra, deu a eles diversos sinais, dentre eles, o ressurgimento de Israel, quando ele afirma: Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas’ Mateus 24:32-33.
- segundo que foi através do voto Minerva de um brasileiro chamado Osvaldo Aranha, um gaúcho, que pela primeira e única vez na história um brasileiro presidiu uma mesa da ONU. Como nada na história está fora dos planos de Deus, o Brasil tem sido agraciado com o cumprimento da profecia: Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam’. Salmos 122:6 .

4. Os judeus voltarão para a sua terra. Jeremias declarou: ‘Portanto, eis que vêm dias, diz o Senhor, em que nunca mais dirão: Tão certo como vive o Senhor, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito; mas: Tão certo como vive o Senhor, que fez subir, que trouxe a descendência da casa de Israel da terra do norte e de todas as terras para onde os tinha arrojado; e habitarão na sua terra (Jr 23:7-8).
            Os judeus da terra do Norte (Rússia) retornaram a Israel em dezenas de milhares e ainda muitos têm voltado, assim como milhares de outros judeus do resto do mundo, esta peregrinação de retorno começou na década de 40 e dura até nossos dias, lembrando que isto se deu há quase 2500 anos depois da profecia de Jeremias. Através dos noticiários da Tv, vimos o desembarque no aeroporto de Ben Gurion em Tel Aviv. Lemos isto em todo tipo de mídia impressa na época. Mas lemos isto primeiramente lá em Jeremias. Este é outro grande sinal de que somos a última geração.

5. Jerusalém não estará mais sob o controle dos Gentios. A profecia bíblica nos informa que Jerusalém não será mais dominada e governada pelos gentios na ultima geração. O povo judeu não controlava Jerusalém desde o domínio do império Romano por volta de 200 antes de Cristo, sendo que no ano 70 d.C., eles destruíram Jerusalém com o templo que nunca mais foi reconstruído até hoje, mas será reconstruído no período da tribulação. Por um período de aproximadamente 2000 anos os judeus não controlaram Jerusalém até 1967 quando eles a conquistaram na guerra dos Seis Dias. Jesus disse: ‘até que o tempo dos gentios se complete, Jerusalém será pisada por eles’ (Lc 21:24). O Rei Davi disse: porque o Senhor edificou a Sião (Jerusalém), apareceu na Sua glória (Sl 102:16). Jerusalém hoje está sob o controle dos judeus, somos a derradeira geração!

6. Comunicação internacional instantânea. Em Apocalipse 11:3,7-10 João descreve duas testemunhas que serão executadas, e seus corpos sem vida ficarão por três dias e meio nas ruas de Jerusalém, sendo vistos por pessoas, tribos, línguas e nações. Por diversas gerações, os estudiosos se perguntaram sobre como estas testemunhas poderiam ser vistas por toda a terra ao mesmo tempo. Então, chegou à televisão e, depois os satélites de comunicação. Isto não era possível até 1960. Isto é possível agora, pois somos a última geração!
7. Dias de engano. Jesus advertiu: ‘Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome… E enganarão a muitos… Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos’ (Mt 24:4-5, 24). Jesus advertiu que o problema numero 1 da terra nos últimos dias seria a fraude. O secularismo é um engano. As teorias e filosofias da nova era, o humanismo são uma fraude. Os gurus ambientalistas, que dizem que a terra nada mais é senão o seio da ‘deusa mãe’ como retratado no filme campeão de bilheterias em todas as épocas Avatar, estão simplesmente espalhando engano e ilusão. A igreja apóstata, que tem aparência de piedosa, mas nega o poder de Deus, está praticando uma fraude. O engano prolifera, pois somos a ultima geração.


8. Fome e pestes. Algumas potências mundiais são capazes de alimentar o mundo inteiro, mas muitos fazendeiros são pagos para não produzir certas espécies de alimentos, pois, do contrário à oferta de produtos seria muito grande e, conseqüentemente, os preços despencariam no mercado. Vemos todas as noites no noticiário da Tv crianças desnutridas, com barrigas inchadas, olhos esbugalhados e ossos à mostra. Por quê? Jesus disse, que nos ultimos dias ‘se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares, porém tudo isso é o princípio das dores’ (Mateus 24:7-8);
            Nesse tempo se levantará Miguel, o grande príncipe e defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente. Daniel 12:1-3

9. Terremotos, catástrofes e guerras. Deus usa terremotos e catástrofes para se comunicar com os surdos espirituais. A Bíblia registra pelo menos 33 exemplos de que Deus usou terremotos e catástrofes para chamar a atenção do homem. A terra tremeu no monte Sinai, quando Moisés recebeu os Dez Mandamentos (Ex 19:18). Deus usou um terremoto em Jerusalém, durante a crucificação de Cristo, para separar em dois o véu do templo (Mt 27:51). Fez uso de um terremoto na ressurreição para rolar a pedra do sepulcro, não para que Jesus saísse, mas para que nós entrássemos (Mt 28:2). A catástrofe na destruição de Sodoma e Gomorra. A iminência da destruição de Nínive. As guerras sucessivas do velho testamento que destruíram povos inteiros e muitos eram levados cativos. Hoje, mais do que nunca temos visto no mundo todo estes três tipos de acontecimentos. Como exemplo: o tremor de terra no Haiti que matou mais de 120 mil pessoas e o ultimo no Japão que matou mais de 20 mil ainda muitos desaparecidos, ainda mencionando os Tsunamis na Indonésia e o ultimo do Japão que se tornaram os maiores da história do mundo. A catástrofe no Rio de Janeiro que se tornou a maior tragédia natural da história do Brasil.
       Tragédias nucleares, para citar apenas alguns exemplos, mas a verdade é que o mundo tem sido como nunca acometido por: desmatamentos, ciclones, maremotos, tempestades, queimadas florestais, aquecimento global, derretimento das calotas polares, nível de poluições devastadoras, enfim. Os constantes tremores de terra e todos os outros acontecimentos são a voz de Deus, que tem ressoado como nunca na história humana.

 10. Como nos dias de Noé. Jesus disse no Livro de Mateus: ‘Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem’ (Mateus 24:36-37). Que características marcaram os dias de Noé? Gênesis nos conta que a maldade dos ser humano era muito grande sobre a terra e que ‘era continuamente mau todo desígnio do seu coração’ (Gênesis 6:5).
            Se abrirmos o jornal pela manhã, perdemos o apetite lendo sobre abuso infantil e contra a mulher, estupros, assassinatos, roubos, tráfico de drogas, adultério, seqüestros, corrupção no governo, pornografia, e muitas outras coisas que dizem respeito à degradação moral humana. Esta geração é semelhante a dos dias de Noé. Com seus pensamentos continuamente maus, a impressão é de que está piorando a cada dia. Os filmes violentos, que incitam ao mau, a valorização dos maus em detrimento dos que são bons; as novelas e diversas outras programações televisivas, que degradam os princípios de família e diversos outros estabelecidos por Deus. Ser crente em Deus hoje está virando desatual, a moda é ser ateu ou agnóstico, praticante de alguma seita ou cético. Nas escolas as crianças aprendem que Deus não existe e que tudo é produto do ‘acaso’ não foi Deus quem criou tudo… No Brasil existem crianças na escola que nuca ouviram falar em Deus ou na Bíblia. Na Europa os jovens não querem mais ir a Igreja e são totalmente avessos a religião e a tudo que diz respeito a Deus. As leis criadas pelo homem estão cada vez mais desacreditando os valores morais; isto é conseqüência desta equação: O homem não crê mais em absolutos. Deus é absoluto. Logo, tirando-se Deus, os absolutos caem e tudo se torna relativo, inclusive os absolutos morais que segundo a Bíblia foram colocados pelo próprio Deus dentro do coração humano.
A natureza está gemendo, o homem está sofrendo e se autodestruindo de diversas formas, desde fora para dentro, com a destruição da natureza e as mortes físicas, quanto de dentro para fora, com as drogas, a destruição moral e o conseqüente o afastamento de Deus, o que leva a morte espiritual. Como nos dias de Noé. Noé anunciou a destruição, mas os homens da época o chamaram de louco, fanático, radical, alienado, lunático, extremista, assim como hoje são chamados os que anunciam estas coisas. E, quando o diluvio veio, já era tarde demais!
Por estas dez e diversas outras evidências (que não foram descritas acima), sabemos que somos uma geração ímpar: a que se destrói, que tem sido a grande maioria. Mas também, a que nutre a esperança de ver Jesus voltar (infelizmente uma minoria). Maranata! Ora vem Senhor Jesus!

Mas, o que fazer diante deste quadro?

Se arrepender, voltar-se para Deus e entregar a ele a sua vida! Jesus afirmou : ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém bem ao Pai senão por mim’ (João 14:16). Faça uma oração, converse com Deus e lhe peça perdão porseu afastamento dele até aqui e peça a ele que escreva seu nome no livro da vida. Comece a ler a Bíblia, se esfoce por viver uma vida piedosa, daqueles que tem fé em Deus. Procure uma igreja que pregue fielmente a palavra de Deus (a igreja em si não salva ninguém mas é um local de ajuntamento de crentes que crêem em Deus).

Adaptado por Elmir Dell’Antonio da Bíblia de Estudos das profecias

Em Cristo, com amor!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

SOMOS CONTRA A PLC 122

SOMOS CONTRA O PLC 122/2006 - Por José Carlos da Silva - Presidente da CBN

As igrejas batistas nacionais espalhadas nas vinte e seis unidades da federação e no Distrito Federal, posicionam-se democrática e institucionalmente contrárias ao PLC 122/06, entendendo tratar-se de projeto tendencioso que visa suprimir direitos consumados como a liberdade de consciência e de expressão e a liberdade religiosa e de culto, e ainda, uma ameaça o princípio salutar da separação entre igreja e Estado.

Nós batistas temos lutado há quatro séculos pela liberdade, e desenvolvido internamente um modelo de governo que privilegia a tolerância, o diálogo e a democracia participativa. Temos, portanto direito e autoridade moral para nos posicionarmos contra todo tipo artifício que vise cercear nosso “modus vivendi”.

Não nos parecem subsistentes os argumentos apresentados pelos proponentes do PLC 122/06 para amparar um segmento da sociedade que a si mesmo se denomina GLBTT como se estivessem desassistidos por diversas leis que já criminalizam o preconceito. A lei em questão apresenta excessivo rigor ao que chama de comportamento “homofóbico”. O movimento GLBTT usa bem a mídia para divulgar sua causa, lança suspeição a maioria da população que exerce seu direito natural e legal de ser heterossexual e rotula de preconceituoso quem não concorda com eles.

Respeitamos a todos e entendemos por justiça a igualdade de direitos e deveres, bem como a supressão de privilégios de indivíduos ou grupos. Compreendemos que cabe ao Estado e a sociedade organizada proteger os menos favorecidos e os incapazes, assim como buscar a erradicação da miséria, da exclusão social, do analfabetismo e outros males que estratificam a população em classes economicamente muito distanciadas, privando muitos de acesso a educação, saúde e tecnologia.

Para afirmar nossa posição, basta leitura dos princípios defendidos pelos batistas há séculos. Não temos nada de novo a dizer sobre liberdade. Lembramos, porém, que a liberdade não é o único bem que defendemos. Lutamos também pela verdade, pela justiça do reino de Deus, e pela pregação do Evangelho de Jesus Cristo a todas as criaturas. Muitos cristãos foram e ainda são encarcerados. Muitos cristãos morreram e outros hoje são perseguidos por amor a Jesus. Se nos for dada liberdade para cumprir nossa missão, melhor. Se não, continuaremos a fazê-lo, mesmo sob risco, porém fiéis a Deus, que nos comissionou.


Pr. José Carlos da Silva

Presidente da CBN

sábado, 4 de junho de 2011

A Aposta de Pascal

“Consideremos este ponto e digamos o seguinte: Ou Deus existe ou não existe. Mas qual das alternativas devemos escolher? A razão não pode determinar nada: existe um infinito caos a nos dividir. No ponto extremo desta distância infinita, uma moeda está sendo girada e terminará por cair como cara ou coroa. Em que você aposta? Pesemos o ganho e a perda em escolher a Deus. Consideremos estes dois casos: se ganhardes, ganhareis tudo, e se perderdes, não perdereis nada. Apostai, pois, que ele existe, sem hesitar”.

Blaise Pascal, Pensamentos (edição póstuma, 1844)

terça-feira, 10 de maio de 2011

UMA PERSPECTIVA CRISTÃ SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE

Por  William Lane Craig
Uma das questões mais importantes e voláteis que a Igreja enfrenta hoje é a questão da homossexualidade como um estilo de vida alternativo. A Igreja não pode se esquivar dessa questão. Eventos como o brutal assassinato de Matthew Shepherd, o estudante homossexual de Wyoming, ou os recentes escândalos envolvendo padres pedófilos, que abalaram a Igreja Católica, servem para trazer essa questão para o centro da cultura Americana
Cristãos que rejeitam a legitimidade do estilo de vida homossexual são geralmente taxados de homofóbicos, intolerantes e até odiosos. Há uma grande intimidação em relação a essa questão. Algumas igrejas inclusive têm aprovado o estilo de vida homossexual e aceitam aqueles que praticam a homossexualidade como ministros da igreja.
E não pense que isso só tem acontecido em igrejas liberais. Um grupo de evangélicos chamado Evangelicals Concerned é um grupo de pessoas que aparentam ser cristãos nascidos-de-novo, crentes na Bíblia, mas também homossexuais praticantes. Eles alegam que a Bíblia não proíbe a atividade homossexual ou que seus mandamentos não são válidos para hoje, mas são apenas reflexo da cultura na qual eles foram escritos. Essas pessoas podem ser ortodoxas em relação à Jesus e todas as outras áreas de ensino; mas eles pensam que é correto ser um homossexual praticante. Eu lembro de ouvir um acadêmico do Novo Testamento numa conferência profissional relatar a história de que uma vez foi falar em um de seus encontros. “As pessoas estavam seriamente preocupadas sobre o que você iria dizer,” seu anfitrião disse depois do encontro. “Por quê?” ele perguntou surpreso. “Você sabe que eu não sou homofóbico!” “Ah, não, não era essa a preocupação”, seu anfitrião afirmou. “Eles temiam que fosse você ser muito histórico-crítico!”
Então quem somos nós para dizer que esses aparentes cristãos sinceros estão errados?
Essa é uma pergunta muito importante. Quem somos nós para dizer que eles estão errados? Mas essa pergunta levanta uma pergunta ainda mais profunda, que deve ser respondida primeiro: o certo e o errado realmente existem? Antes de determinar o quê é certo ou errado, você tem que saber se realmente há um certo e errado.
Bem, qual é a base para dizer que o certo e o errado existem, que realmente há uma diferença entre os dois? Tradicionalmente, a resposta tem sido que os valores morais se baseiam em Deus. Deus é, pela Sua própria natureza, perfeitamente santo e bom. Ele é justo, paciente, misericordioso, generoso – tudo que é bom vem dele e é um reflexo de Seu caráter. Agora, a natureza perfeitamente boa de Deus se traduz em mandamentos para nós, que se tornam nossos deveres morais, por exemplo, “Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, entendimento e força”, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, “Não matarás, furtarás, ou cometerás adultério”. Essas coisas são certas ou erradas baseadas nos mandamentos de Deus, e os mandamentos de Deus não são arbitrários, mas fluem necessariamente de Sua natureza perfeita.
Esse é o entendimento Cristão de certo ou errado. Existe realmente um ser como Deus, que criou o mundo e nos criou à Sua imagem. E ele, realmente, nos ordenou certas coisas. Somos, realmente, obrigados a fazer certas coisas (e a não fazer outras). Moralidade não está apenas em sua mente. Ela é real. Quando falhamos em cumprir os mandamentos de Deus, nós estamos culpados perante Ele e necessitamos de Seu perdão. O problema não é só que nos sentimos culpados; nós realmente somos culpados, não importando como nos sentimos. Eu posso não me sentir culpado porque eu tenho uma consciência insensível, cauterizada pelo pecado; mas se eu tiver quebrado um mandamento de Deus, eu sou culpado, não importando como eu me sinta.
Então, por exemplo, se os Nazistas tivessem vencido a Segunda Guerra e alcançassem o objetivo de lavar a mente ou exterminar quem quer que discordasse deles, para que então todos pensassem que o Holocausto tivesse sido algo bom, ainda assim seria errado, porque Deus afirma que é errado, não importando a opinião humana. Moralidade é baseada em Deus, então o certo e o errado existem realmente e não são afetados pelas opiniões humanas.
Eu enfatizei esse ponto por ser tão estranho para muitas pessoas na nossa sociedade hoje. Hoje muitas pessoas pensam no certo e errado não como uma questão de fato, mas como uma questão de gosto. Por exemplo, não há nenhum fato objetivo em brócolis é gostoso. É gostoso para alguns, mas ruim para outros. Pode ser ruim para você, mas é bom para mim! As pessoas pensam o mesmo em relação aos valores morais. Algo pode ser errado para você, mas certo para mim. Não há nenhum certo e errado na verdade. É apenas uma questão de opinião.
Agora, se não há nenhum Deus, então eu penso que essas pessoas estão absolutamente corretas. Na ausência de Deus tudo se torna relativo. Certo e errado se tornam relativos de acordo com diferentes culturas e sociedades. Sem Deus quem dirá que os valores de uma cultura são melhores do que os de outra? Richard Taylor, que é um proeminente filósofo americano – e não é cristão -, esclarece isso enfaticamente. Observe atentamente o que ele diz:
A idéia de… obrigação moral é clara o bastante, estabelecida essa referência a algum legislador superior… mais do que à referência ao estado. Em outras palavras, nossas obrigações morais podem… ser entendidas como aquelas que são impostas por Deus… Mas e se esse legislador mais-alto-que-o-homem não for mais levado em consideração? O conceito de obrigação moral… ainda assim fará sentido?[1]
Ele diz que a resposta é “Não.” Eu cito: “O conceito de obrigação moral não é inteligível à parte da idéia de Deus. As palavras permanecem, mas o sentido se foi” [2]
Ele continua e diz:
A era moderna, repudiando a idéia de legislador divino, todavia, tem tentado manter as idéias de moralmente certo e errado, sem se dar conta que ao colocar Deus de lado eles também aboliram o sentido do certo e errado. Assim, até pessoas instruídas algumas vezes declaram que certas coisas como guerra, ou aborto, ou a violação de certos direitos humanos são moralmente erradas, e pensam que disseram alguma coisa verdadeira e com sentido. As pessoas instruídas não precisam ser lembradas, entretanto, que tais questões nunca foram respondidas à parte da religião.[3]
Você percebe o que esse filósofo não-Cristão está dizendo? Se não há Deus, se não há legislador divino, então não há nenhuma lei moral. Se não há lei moral, então não há nenhum certo e errado. Certo e errado são simples convenções humanas e leis variam de sociedade em sociedade. Mesmo se todas concordarem, continuariam sendo invenções humanas.
Então se Deus não existe, certo e errado não existem também. Qualquer coisa é válida, incluindo a homossexualidade. Então, uma das melhores maneiras de defender a legitimidade do estilo de vida homossexual é se tornar ateu. Mas o problema é que muitos defensores da homossexualidade não querem se tornar ateus. Em particular, eles querem afirmar que o certo e o errado existem. Então você os ouve fazendo julgamentos morais a todo tempo, por exemplo: “É errado discriminar os homossexuais”. E esses julgamentos morais não são para serem entendidos como relativos a uma cultura ou sociedade. Eles condenariam uma sociedade como a Alemanha Nazista que lançou os homossexuais em campos de concentração, junto com os judeus e outros indesejáveis. Quando o Colorado formulou uma emenda proibindo certos direitos especiais para os homossexuais, Barbara Streisand convocou um boicote ao estado dizendo, “O clima moral no Colorado se tornou inaceitável”.
Mas vimos que esses tipos de julgamentos morais não têm sentido a menos que Deus exista. Se Deus não existe, tudo é válido, incluindo a discriminação e perseguição aos homossexuais. Mas não para por aí: homícidio, estupro, tortura, abuso infantil – nenhuma dessas coisas seriam erradas, pois sem Deus não existe certo e errado. Tudo é permitido.
Então se podemos fazer julgamentos morais sobre o que é certo ou errado, temos que afirmar que Deus existe. Mas, então, a mesma pergunta que nós começamos – “Quem é você para dizer que a homossexualidade é errada?” – pode ser devolvida aos ativistas homossexuais: “Quem é você para dizer que a homossexualidade é certa?” Se Deus existe, então não podemos ignorar o que Ele diz sobre o assunto. A resposta correta ao “Quem é você…?” é “Eu? Não sou ninguém! Deus determina o que é certo e errado, e eu só estou interessado em aprender e obedecer o que Ele diz.”
Então deixe-me recapitular o que vimos até aqui. A questão da legitimidade do estilo de vida homossexual é uma pergunta sobre o que Deus tem a ver com isso. Se não há Deus, então não há certo e errado, e não faz diferença que estilo de vida você escolhe – o perseguidor dos homossexuais é moralmente equivalente ao defensor da homossexualidade. Mas se Deus existe, não podemos seguir nos baseando em nossas opiniões. Temos que descobrir o que Deus acha sobre o assunto.
Então como descobrir o que Deus pensa? O Cristão diz, veja na Bíblia. E a Bíblia nos diz que Deus abomina os atos homossexuais. Logo, eles estão errados.
Então, basicamente o raciocínio é o seguinte:
(1) Somos todos obrigados a fazer a vontade de Deus.
(2) A vontade de Deus é expressa na Bíblia.
(3) A Bíblia proíbe o comportamento homossexual.
(4) Logo, o comportamento homossexual é contrário à vontade de Deus, ou é errado.
Agora se alguém resistir a este raciocínio, ele deve negar ou (2) A Vontade de Deus é expressa na Bíblia ou (3) A Bíblia proíbe o comportamento homossexual.
Vamos ver o ponto (3) primeiro: A Bíblia, de fato, proíbe o comportamento homossexual? Agora, veja como eu coloco a questão. Eu não perguntei se a Bíblia proíbe a homossexualidade, mas sim se a Bíblia proíbe o comportamento homossexual? Essa é uma distinção importante. Ser homossexual é um estado ou uma orientação; uma pessoa que tem orientação homossexual pode jamais expressar essa orientação em ações. Por contraste, uma pessoa pode se envolver em atos homossexuais mesmo sendo de uma orientação heterossexual. O que a Bíblia condena são as ações e comportamento homossexual. A idéia de uma pessoa sendo homossexual por orientação é uma característica da psicologia moderna e pode ter sido desconhecida para as pessoas do mundo antigo. Eles estavam familiarizados com os atos homossexuais, e é isso que a Bíblia proíbe.
Isso tem implicações enormes. Significa que todo esse debate sobre a questão de se a homossexualidade é algo que já nasce com o individuo ou é resultado de como você foi criado, na verdade não importa no final. O que importa não é como você recebeu sua orientação, mas o que você faz com ela. Alguns defensores da homossexualidade anseiam em provar que seus genes, e não sua criação, que determinam se você é homossexual porque então o comportamento homossexual seria normal e correto. Mas essa conclusão não se segue de jeito algum. Só porque você é geneticamente pré-disposto a algum comportamento não significa que tal comportamento é moralmente correto. Para exemplificar, alguns pesquisadores suspeitam que haja um gene que predispõe algumas pessoas ao alcoolismo. Isso significa que é correto para as pessoas com tal pré-disposição ir em frente e beber e se tornar um alcoólico? Óbvio que não! Se serve para qualquer coisa, serve para alertá-lo que deve se abster do alcoól para prevenir que isso aconteça. Agora a verdade da questão é que nós não compreendemos completamente os papéis exercidos pela hereditariedade e a criação na produção da homossexualidade. Mas isso realmente não importa. Mesmo se a homossexualidade fosse completamente genética, esse fato ainda assim não seria nada distinto de um defeito de nascimento, como fissuras palatinas ou epilepsia. Não quer dizer que é normal e que não devamos tentar corrigir.
De qualquer forma, mesmo se a homossexualidade resultar da genética ou da criação, as pessoas geralmente não escolhem serem homossexuais. Muitos homossexuais testemunham o quão agonizante é se encontrar com esses desejos e lutar contra eles, e eles te dirão que nunca escolheram ser assim. E a Bíblia não condena uma pessoa por ter orientação homossexual. O que ela condena são os atos homossexuais. É perfeitamente possível ser homossexual e ainda assim ser um cristão cheio do Espírito e nascido de novo.
Assim como um alcoólico que está limpo se levanta num encontro dos AA e diz, “Eu sou alcoólico”, assim também um homossexual que está vivendo sem a prática e se mantendo puro deve estar pronto para se levantar um encontro de oração e dizer, “Eu sou um homossexual. Mas pela graça de Deus e pelo poder do Espírito Santo, eu tenho vivido separado para Cristo”. E eu espero que tenhamos a coragem e amor de recebê-lo como irmão ou irmã em Cristo.
Então, mais uma vez, a pergunta é: A Bíblia proíbe o comportamento homossexual? Bem, eu já disse que sim. A Bíblia é tão realista! Você pode esperar que ela não mencione um tópico como o comportamento homossexual, mas, de fato, existem seis lugares na Bíblia – três no Antigo Testamento e três no Novo Testamento – onde essa questão é abordada diretamente – para não mencionar todas as passagens que lidam com o casamento e a sexualidade que tem implicações para essa questão. Em todas as seis passagens os atos homossexuais são inequivocamente condenados.
Em Levítico 18.22 diz que é abominação um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher. Em Levítico 20.13 a pena de morte é prescrita em Israel para tal ato, junto com adultério, incesto e bestialidade. Agora, algumas vezes os defensores da homossexualidade interpretam essas passagens à luz de outras proibições do Antigo Testamento contra o contato com animais impuros como porcos. Assim como os Cristãos não obedecem todas as leis cerimoniais do Antigo Testamento, assim também, eles dizem, não temos que obedecer as proibições em relação aos atos homossexuais. Mas o problema com esse argumento é que o Novo Testamento reafirma a validade das proibições do Antigo Testamento sobre o comportamento homossexual, como veremos abaixo. Isso mostra que essas passagens não eram somente parte das leis cerimoniais do Antigo Testamento, que já se passaram, mas sim parte da eterna lei moral de Deus. O comportamento homossexual é um pecado sério para Deus. O terceiro lugar onde os atos homossexuais são mencionados no Antigo Testamento é na terrível história de Gênesis 19 da tentativa de abuso aos visitantes de Ló pelos homens de Sodoma, de onde se deriva a palavra sodomia. Deus destruiu Sodoma por causa da perversidade deles.
Agora, se isso não é o bastante, o Novo Testamento também proíbe o comportamento homossexual. Em 1 Coríntios 6.9-10 Paulo escreve, “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” A palavra traduzida como “sodomita” se refere, na literatura Grega, ao intercurso sexual passivo ou ativo entre homens. (Como eu disse, a Bíblia é muito realista!). Essa palavra também é citada em 1 Timóteo 1.10 junto com fornicadores, ladrões, mentirosos e assassinos como “contrário à sã doutrina”. O mais longo tratamento da atividade homossexual está em Romanos 1.24-28. Aqui Paulo fala sobre como as pessoas se desviaram do Deus Criador e passaram a adorar falsos deuses criados por si mesmos.
Ele diz,
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
Acadêmicos liberais tem feito acrobacias para tentar dar outra explicação que não o sentido claro expresso nesses versículos. Alguns disseram que Paulo só está condenando a prática pagã do abuso de menores pelos homens. Mas tal interpretação é obviamente errada, visto que Paulo diz nos versos 24 e 27 que esses atos homossexuais são cometidos “homens com homens” e no verso 26 ele fala de atos de lesbianismo também. Outros acadêmicos têm dito que Paulo só está condenando os heterossexuais que se envolvem em atos homossexuais, mas não os homossexuais que o fazem. Mas essa interpretação é inventada e anacrônica. Já dissemos que foi apenas nos tempos modernos que a idéia de homossexual com orientação heterossexual se desenvolveu. O que Paulo está condenando são os atos homossexuais, não importando a orientação. Dado o contexto dessa passagem do Antigo Testamento e do que diz Paulo em 1 Coríntios 6.9-10 e 1 Timóteo 1.10, é claro que Paulo está proibindo tais atos. Ele vê esse comportamento como evidência de uma mente corrompida que se afastou de Deus e foi entregue por Ele à degeneração moral.
Então a Bíblia é muito clara no que diz respeito ao comportamento homossexual. É contrário ao plano de Deus e é pecado. Mesmo se não existissem todas essas passagens explicitas que lidam com os atos homossexuais, tais atos ainda seriam proibidos sob o mandamento “Não adulterarás”. O plano de Deus para a atividade sexual humana é reservado para o casamento: qualquer atividade sexual fora da segurança dos laços matrimoniais – seja sexo pré-matrimonial ou extraconjugal, homo ou heterossexual – é proibida. O sexo foi desenhado por Deus para o casamento.
Alguém pode dizer que Deus fez o sexo para o casamento, então vamos permitir que os homossexuais se casem para que não estejam cometendo adultério! Mas essa sugestão é uma interpretação completamente errada da intenção de Deus para o casamento. Na história da criação em Gênesis, nos é dito como Deus fez a mulher como uma auxiliadora ideal ao homem, o complemento perfeito dado por Deus. Então é dito, “Por essa razão, deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se ambos uma só carne”. Esse é o padrão de Deus para o casamento, e no Novo Testamento Paulo cita essa passagem e então diz, “Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja” (Ef. 5.32). Paulo diz que a união entre o homem e sua mulher é um símbolo vivo da unidade entre Cristo e seu povo, a Igreja. Quando pensamos nisso, podemos ver que terrível sacrilégio, que desprezo pelo plano de Deus, é a união homossexual. Isso ataca a intenção de Deus para a humanidade no momento da criação.
O que foi dito acima também demonstra o quão bobo é quando algum defensor da homossexualidade diz, “Jesus nunca condenou o comportamento homossexual, então por que deveríamos condenar?” Jesus não mencionou especificamente muitas coisas que sabemos que são erradas, tais como bestialidade ou tortura, mas isso não significa que ele as aprovou. O que Jesus faz é citar Gênesis para afirmar o padrão de Deus para o casamento como base de seu próprio ensinamento sobre o divórcio. Em Marcos 10.6-8, Ele diz, “Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne.” Dois homens se tornando uma só carne no intercurso homossexual seria uma violação da ordem e intenção de Deus. Ele criou homem e mulher para seria indissoluvelmente unidos no casamento, não dois homens ou duas mulheres.
Para recapitular, então, a Bíblia clara e consistentemente proíbe a atividade homossexual. Então se a vontade de Deus é expressa na Bíblia, daí se segue que o comportamento homossexual é contrário à vontade de Deus.
Mas suponha que alguém negue o ponto (2) que a vontade de Deus é expressa na Bíblia. Suponha que ele diga que as proibições contra o comportamento homossexual eram válidas para aquele tempo e aquela cultura, mas não são mais válidas hoje. Afinal, a maioria de nós provavelmente concordaria que certos mandamentos na Bíblia são relativos à cultura. Por exemplo, a Bíblia diz que as mulheres cristãs não deveriam usar jóias e os homens não deveriam ter cabelos compridos. Mas a maioria de nós diria que apesar desses mandamentos terem uma essência atemporal – por exemplo, a regra de se vestir modestamente – esse príncipio pode ser expresso diferentemente em diferentes culturas. Da mesma forma, algumas pessoas estão dizendo que as proibições da Bíblia contra o comportamento homossexual não são mais válidas para nossos dias e Era.
Mas eu penso que essa objeção representa um sério erro de interpretação. Não há evidência de que o mandamento de Paulo em relação aos atos homossexuais sejam culturalmente relativos. Longe de ser um reflexo da cultura no qual ele escreveu, os mandamentos de Paulo eram totalmente contra-culturais! A atividade homossexual era difundida na Grécia antiga e na sociedade Romana como é hoje nos Estados Unidos, e ainda assim Paulo se posicionou contra a cultura e se opôs a ela. Mais importante, temos visto que as proibições da Bíblia contra a atividade homossexual estão enraizadas, não na cultura, mas no padrão estabelecido por Deus para o casamento logo na criação. Você não pode negar que a proibição da Bíblia sobre as relações homossexuais expressam a vontade de Deus a menos que rejeite também que o próprio casamento represente a vontade de Deus.
Bem, suponha que alguém diga, “Eu acredito em Deus, mas não no Deus da Bíblia. Por isso eu não acredito que a Bíblia expressa a vontade de Deus.” O que você diria a essa pessoa?
Parece-me que existem duas formas de responder. Primeiro, você poderia tentar mostrar para ela que Deus se revelou na Bíblia. Essa é a tarefa da apologética cristã. Você pode falar sobre as evidências para a ressurreição de Jesus ou profecias cumpridas. As Escrituras nos ordenam a ter tal defesa pronta para compartilhar com qualquer um que nos perguntar por que acreditamos no que acreditamos (1Pe 3.15).
Ou segundo, você pode tentar mostrar que o comportamento homossexual é errado apelando para verdades morais aceitas pela maioria que mesmo pessoas que não crêem na Bíblia aceitam. Enquanto essa abordagem é mais difícil, todavia, eu acredito ser crucial se nós Cristãos quisermos impactar nossa cultura contemporânea. Vivemos em uma sociedade que é cada vez mais secular, cada vez mais pós-Cristã. Não podemos apenas apelar para a Bíblia se quisermos influenciar os legisladores ou as escolas públicas ou outras instituições já que a maioria das pessoas não acredita mais na Bíblia. Devemos apresentar razões que tenham um apelo maior.
Por exemplo, eu acho que muitas pessoas concordariam com o principio de que é errado se envolver em comportamento auto-destrutivo. Pois tal comportamento destrói o ser humano que é inerentemente valioso. Assim, muitas pessoas, eu acho, diriam que é errado se tornar alcoólico ou fumante viciado. Elas diriam que é bom comer bem e se exercitar. Além do mais, eu acho que quase todo mundo concordaria com o príncipio de que é errado se envolver em comportamento que prejudique uma outra pessoa. Por exemplo, nós restringimos os fumantes a certas áreas para que outras pessoas não inalem fumaça passivamente, e formulamos leis contra a embriaguês na direção para que pessoas inocentes não se machuquem. Quase todo mundo concorda que você não tem direito de se envolver em comportamento que seja destrutivo a outro ser humano.
Mas não é difícil demonstrar que o comportamento homossexual é um dos comportamentos mais auto-destrutivos e prejudiciais que uma pessoa pode se envolver. O fato não é publicamente divulgado. Hollywood e a mídia inflexivelmente tendem a colocar um ar de alegria sobre a homossexualidade, enquanto na verdade é um estilo de vida depressivo, perturbador e perigoso, tão viciante e destrutivo quando o alcoolismo ou o fumo. Mas as estatísticas que eu vou compartilhar com você estão bem documentadas pelo Dr. Thomas Schmidt no seu memorável livro Straight and Narrow?[4]
Para começar, existe uma quase compulsiva promiscuidade associada com o comportamento homossexual. 75% dos homens homossexuais têm mais de 100 parceiros durante toda a vida. Mais da metade desses parceiros são estranhos. Apenas 8% dos homens homossexuais e 7% das mulheres homossexuais têm relacionamentos que duram mais de três anos. Ninguém sabe a razão dessa promiscuidade estranha e obsessiva. Pode ser que os homossexuais estão tentando satisfazer uma profunda necessidade psicológica através das relações sexuais, necessidade que nunca é satisfeita. Homens homossexuais têm em média 20 parceiros por ano. De acordo com o Dr. Schmidt,
“O número de homens homossexuais que experimenta algo como fidelidade vitalícia se torna, falando estatisticamente, quase sem sentido. A promiscuidade entre homens homossexuais não é um simples estereótipo, e não é simplesmente a experiência maioritária – é praticamente a única experiência. Fidelidade vitalícia é quase não-existente na experiência homossexual.”
Aliada à promiscuidade compulsiva o uso de drogas é difundido entre os homossexuais para aprofundar suas experiências sexuais. Os homossexuais de um modo geral são três vezes mais propensos a terem problemas com bebidas do que a população média. Estudos revelam que 47% dos homens homossexuais têm um histórico de abuso de alcoól e 51% têm um histórico de abuso de drogas. Há uma correlação direta entre o número de parceiros e o nível de drogas consumidas.
Além do mais, de acordo com Schmidt, “Existem enormes evidências de que algumas desordens mentais ocorrem com muito mais frequência entre homossexuais.” Por exemplo, 40% dos homens homossexuais tem um histórico de depressão profunda. Os homens de um modo geral apresentam um histórico de depressão de apenas 3%. De forma similar, 37% das mulheres homossexuais têm um histórico de depressão. Isso leva a um alto índice de suícidio. Os homossexuais são três vezes mais propensos a tentativas de suícidio do que a população média. De fato, homens homossexuais tem um índice de tentativa de suícidio seis vezes maior do que dos homens heterossexuais, e as mulheres homossexuais tentam se suicidar duas vezes mais do que mulheres heterossexuais. Nem a depressão nem o suícidio são os únicos problemas. Os estudos revelam que os homossexuais são mais propensos à prática de pedofilia do que os homens heterossexuais. Qualquer que seja a causa dessas desordens, o fato é que qualquer um que considere a possibilidade de se envolver num estilo de vida homossexual não pode se iludir sobre onde ele está entrando.
Outro segredo bem guardado é quão fisicamente perigoso o comportamento homossexual é. Não vou descrever o tipo de atividade sexual praticada pelos homossexuais, mas deixe-me dizer que nossos corpos, macho e fêmea, foram desenhados para o intercurso sexual de uma forma que os corpos de dois homens não foram. Como resultado, a atividade homossexual, 80% é de homens, é muito destrutiva, resultando em problemas como danos à prostáta, úlceras e rupturas, incontinência crônica e diarréia.
Além desses problemas físicos, as doenças sexualmente transmissiveís são muito disseminadas entre a população homossexual. 75% dos homens homossexuais têm uma ou mais doenças sexualmente transmissíveis, não incluindo a AIDS. Isso inclui todo o tipo de infecções não-virais como gonorréia, sífilis, infecções bacterianas e parasitas. Também é comum entre os homossexuais doenças virais como herpes e hepatite B (que afeta 65% dos homens homossexuais), ambas sendo incuráveis, bem como a hepatite A e verrugas anais, que afetam 40% dos homens homossexuais. E eu sequer incluí a AIDS. Talvez a mais chocante e terrível estatística é que, deixando de lado aqueles que morrem devido a AIDS, a expectativa de vida do homem homossexual é de 45 anos aproximadamente. E a do homem comum é de 70 anos.Se você incluir aqueles quem morrem de AIDS, que agora afeta 30% dos homens homossexuais, a expectativa de vida cai para 39 anos de idade.
Então eu acredito que se pode fazer uma boa defesa de que o comportamento homossexual é errado apenas baseando-se em príncipios morais aceitos geralmente. Assim, totalmente à parte da proibição Bíblica, existem boas razões para considerar a atividade homossexual como errada.
Texto extraido do site “reasonablefaith” e traduzido para o português by Eliel Vieira.
Sobre o autor do texto:
William L. Craig tem PhD em Filosofia e PhD em teologia. É cristão protestante e congrega na igreja batista dos EUA. É considerado o maior apologista cristão da atualidade.

domingo, 8 de maio de 2011

UMA NOITE SE ABATE SOBRE O BRASIL

Ontem, 05/05/2011 o Supremo Tribunal reconheceu por unanimidade a união entre homossexuais. Essa reivindicação era antiga, mas ganhou força devido ao apoio maciço, das diversas mídias, dos formadores de opinião e do governo. Este governo injetou dinheiro publico nesse segmento social, sem consultar os contribuintes, haja vista, ter sido o primeiro país no mundo a patrocinar uma parada gay. O atual governo vem tentando impor, através da educação pública, a aceitação tácita do homossexualismo, com a desculpa que precisa acabar com discriminação sexual. Entra em áreas que pertencem às famílias. Ensinar o certo e o errado é dever dos pais e o estado, no máximo, corrige os desvios. O STF legaliza a união da perversidade com a crueldade. Perverso porque legaliza a imoralidade de muitos dentre poucos, ou seja, 2% da população. Dá direitos a uma minoria que tem como fundamento somente o desejo e nunca uma constituição. Desejos particulares, não se legalizam, mas se limitam. Homossexualidade é desejo de contato físico com outro do mesmo sexo, coisa que deve ser praticada dentro de quatro paredes e nunca resguardada por leis. Nas palavras do Rev. Wayne Perriman “O ato sexual é meramente um ato físico que é na maior parte das vezes expresso na privacidade do lar. Portanto, esse ato não deve ficar sob a proteção de leis de direitos civis. Seu devido lugar de proteção são as leis de privacidade, não leis de direitos civis. As leis deveriam ser criadas para desestimular condutas criminosas, não apoiar condutas sexuais privadas”. Se assim não for, necessário se faz criar leis que privilegiem pedófilos, tarados etc., pois, são desejos do mesmo jeito. A união de centenas de pedófilos somente aumenta a pedofilia, nunca a limita. Dizer que o amor foi valorizado e respeitado com esta aprovação do STF é no mínimo infantil. Amor não é sexo e sexo não é amor. Amor, na maioria das vezes não é expresso através de sexo. Pais amam seus filhos, mas não mantêm relações sexuais com eles. Soldados morrem por seus companheiros, mas não têm relações sexuais com os mesmos.
Crueldade porque encarcerará milhares de seres humanos que poderiam lutar contra esses desejos e agora são desestimulados porque gozam da proteção do estado. Temos a triste tendência de achar que aquilo que é legal é moral. Crueldade porque impinge sobre a sociedade um comportamento que a maioria esmagadora não aceita e nem deseja. Usou-se de um subterfúgio para se aprovar uma lei que deveria ter sido discutida publicamente porque implica em usos e costumes. Nao é uso e costume da maioria a prática homossexual. Não se usa lei para impor comportamento de minorias. Vale a máxima: “A necessidade de poucos não pode prevalecer sobre a de muitos”. Todo ser humano independentemente de sua opção sexual deve ser respeitado e amado, mas não implica em concordância plena com tudo o que é praticado.
A sensação que tive, em meu espírito, é que o país mergulha em uma noite de densas trevas. Pareceu-me que um manto negro foi colocado sobre o país. Noite que não passará rapidamente. Minha percepção é que a sociedade ficou enfraquecida em sua fibra moral e que muitos se sentirão impotentes e desestimulados para continuar.
A igreja no Brasil sofre um duro golpe que será difícil de ser absorvido. Vejo-a no corner da vida tentando se reabilitar, cambaleante e atordoada buscando ar para respirar como em uma luta de boxe. Foi-lhe dada oportunidade de fazer valer os princípios de Deus para o homem, mas ela sucumbiu aos apelos de Mamon, da imoralidade e por fim se vendeu ao mundo. Descaracterizou-se completamente fazendo-se parecer com o mundo e agora não tem forças para mudar e não encontra motivos para voltar. Creio que ela foi longe demais e colherá com lágrimas os frutos dessa lassidão. Sua mensagem tem se tornado em irrelevância e seu valor seriamente questionado. Trancafiou-se dentro de suas paredes, achando que somente a adoração era a resposta às grandes questões da vida. Esqueceu-se de anunciar o puro evangelho transformador. Esqueceu-se da humildade e aceitou as honras do mundo e os prêmios dos tolos. Gerou pequenos monstros gospel, chamados de adoradores, levitas, paipóstolos, patriarcas, barbies e kens gospel etc. que comercializam o sagrado, deturpam o evangelho e recebem toda glória que não lhes é devida. Entrou em um sono letárgico e acreditando que sonhava os sonhos de Deus e em seu estupor não percebeu que vivia um grande pesadelo. Creio que ainda não acordou para a grande calamidade que dinamitou suas portas e adentrou em sua intimidade. Agora desnuda acordará em meio a esta noite e tateando tentará encontrar ponto de apoio.
Percebo o mundo espiritual em reboliço e ao mesmo tempo a igreja inócua e indiferente a tudo isso. Por sermos mais de quarenta milhões de evangélicos no país o percentual que levantou a bandeira de alerta foi ínfimo. Quem detinha o poder da mídia se omitiu vergonhosamente. Em nome de uma neutralidade idiotia deixou de cumprir seu papel profético em tempos de angústia. Colocar tranca na porta neste momento é inócuo. Resta-nos o sabor da derrota neste round. Resta-nos a triste constatação que falhamos. Restam-nos o choro e o arrependimento. Tomará que isso ocorra em tempo oportuno.
Ainda vale a Palavra de Deus expressa em II Crônicas 7:14 “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”.
Embora o texto seja aplicado a Israel em uma condição específica, vale seu princípio para todos nós.
Quem o Senhor tenha misericórdia de nós.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Razões para Crermos em Deus

Por A. CRESSY MORRISON
Ex-presidente da Academia de Ciências de Nova York


“NÓS AINDA ESTAMOS NO AMANHECER da era científica, e todo o aumento da luz revela mais e mais a obra de um Criador inteligente.
Nós fizemos descobertas estupendas; com um espírito de humildade científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos nos aproximando de uma consciência de Deus.
Eis algumas razões para minha fé:
Através da lei matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado por uma grande inteligência de engenharia.
Suponha que você coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.
Agora tente pegá-las na ordem de um a dez, pegando uma moeda a cada vez que você agita o bolso.
Matematicamente sabemos que a chance de pegar a número um é de um em dez; de pegar a um e a dois em seqüência é de um em 100; de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em 1000 e assim por diante; sua chance de pegar todas as moedas, em seqüência, seria de um em dez bilhões.
Pelo mesmo raciocínio, são necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter acontecido por acaso.
A Terra gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela girasse 100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam dez vezes mais longos e o Sol provavelmente queimaria nossa vegetação de dia enquanto a noite longa gelaria qualquer broto que sobrevivesse.
Novamente o Sol, fonte de nossa vida, tem uma temperatura de superfície de 10.000 graus Fahrenheit, e nossa Terra está distante bastante para que esta “vida eterna” nos esquente só o suficiente!
Se o Sol desse somente metade de sua radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos assaria.
A inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações; se a Terra não tivesse sido inclinada assim, vapores do oceano moveriam-se norte e sul, transformando-nos em continentes de gelo.
Se nossa lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje, nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais altas montanhas se encobririam.
Se a crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não haveria oxigênio para a vida.
Se o oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o oxigênio seriam absorvidos e a vida vegetal não poderia existir.
É perante estes e outros exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida em nosso planeta seja um acidente. É cientificamente comprovado, o que o salmista disse: “Os céus declaram a Glória de Deus e o firmamento as obras de Suas mãos.”

Fonte:http://estudos.gospelmais.com.br/cientista-relata-motivos-para-crer-em-deus.html

quinta-feira, 24 de março de 2011

A crise da verdade


A Crise da Verdade 


Por que é difícil deixar a homossexualidade? Neste artigo Bob Ragan apresenta algumas das razões, e como superá-las.

Vários eventos levaram-me a compartilhar os motivos pelos quais creio que certas pessoas parecem não receber ajuda de ministérios de apoio àqueles que enfrentam luta com a homossexualidade. O fato de maior motivação para este trabalho foi a leitura do livro de Jeffrey Satinover, A Homossexualidade e a Política da Verdade. Eu fortemente recomendo este livro, pois oferece uma importante discussão e dados que o mundo secular evita, seja de propósito ou por ignorância sobre o assunto.


No capítulo 13, o qual é entitulado: Tratamentos Cristãos, o Dr. Satinover afirma que “sempre haverão pessoas que procurarão mudança para suas vidas, porém sem sucesso, mesmo após muitos anos de esforços. Até mesmo de forma compreensível a nós, alguns destes indivíduos adotam uma postura ativista gay bastante visível, e tornam-se hostis em relação aos ministérios que abandonaram, pois acreditam que os mesmos os tenham enganado ou iludido.” Tenho conhecido alguns que não foram capazes de lidar com o processo de saída da homossexualidade e voltaram a envolver-se no velho estilo de vida. No entanto, entendo como eles se sentem, pois sei quão longo e penoso tal caminho pode ser.


Todavia, tenho dificuldade em sentir simpatia por aqueles que tornam-se ruidosamente militantes contra ministérios de apoio aos que lutam com a homossexualidade, após terem feito parte de tais ministérios. O fato é que a afirmação de que a mudança desejada não aconteceu em suas vidas pode ser resultado de suas próprias escolhas. Além disso, a afirmação de que tais ministérios não funcionam em geral não leva em consideração os muitos homens e mulheres que prosseguiram e venceram seus desafios, tendo-se tornado capazes de experimentar segurança em sua identidade heterossexual. Parece-me que para justificar sua escolha, aqueles que deixaram os ministérios de ajuda e tornaram-se militantes necessitam desacreditar os outros que persistiram na jornada.


Os conceitos abaixo fazem parte do que tenho experimentado e observado em outros durante os últimos nove anos. Procurei focalizar a atenção naquilo que creio constituir as razões básicas pelas quais os ministérios de ajuda parecem não poder ajudar alguns homens e mulheres. Não tenho a intenção de jogar vergonha ou condenação sobre aqueles que abandonaram os ministérios de ajuda; pelo contrário, desejo compartilhar o que creio tratar-se de algumas condições fundamentais para todo aquele que está passando pelo processo de mudança.
  • A Modificação do comportamento é apenas uma pré-condição para a mudança.
O tratamento de áreas de domínio de nossas vidas exige o reconhecimento de que não posso superá-las por mim mesmo. Em geral os israelitas respondiam a Deus com um sonoro “Sim, faremos isto!” No entanto, geralmente eles voltavam às suas velhas práticas pecaminosas. Muitas pessoas procuram nossos ministérios ao perceberem que não poderão encontrar vitória em sua luta isoladamente. No entanto, chegar a tal percepção nem sempre significa que chegaram ao fim de sua auto-suficiência. Em geral tentamos inicialmente mudar a partir de nossos próprios recursos; no entanto, somente o Senhor pode produzir mudança verdadeira, a qual exige nossa entrega e obediência a Ele.


A integridade sexual não pode ser obtida sem o poder de Jesus. Muitos tentam mudar através de atitudes legalistas, modificando os padrões carnais externos. No final da carta aos Colossenses Paulo pergunta por que é que nos colocamos novamente sob a lei de “não fazer isto ou aquilo” tendo já morrido com Cristo! O fato é que a modificação de comportamento pela lei não apresenta qualquer valor no sentido de controlar as indulgências da sensualidade (Colossenses 2:23). Alguns precisam o estabelecimento inicial de alguns limites com relação a comportamentos que viciam; porém, a decisão de mudar meu comportamento é apenas o início de tal processo, e não o alvo principal, ou o final da jornada!


Por outro lado, mudança duradoura tem a ver com a disposição do coração e da mente, e não apenas com a modificação do comportamento. Tal mudança (isto é, o não envolvimento em comportamentos que viciam) é apenas uma pré-condição para uma verdadeira mudança. Caso eu utilize comportamento como indicador de vitória, estarei perdendo o verdadeiro foco da questão (veja Colossenses 3:1-2) e estarei caminhando em direção ao fracasso. Caso faça isto, tal mudança estará dependendo de meu desempenho, o qual é dirigido pela carne, e não pelo coração. Nosso processo de mudança geralmente fica mais difícil quando nossos comportamentos pecaminosos começam a ser abandonados. Isto porque à medida em que deixamos de tentar escapar ou fugir de nossas dores emocionais através de nossos vícios, passamos a vivenciar nosso conflito com intensidade ainda maior. Portanto, neste estágio de nossa luta, somos confrontados com duas opções: retornamos aos nossos velhos mecanismos de fuga ou inventamos novos mecanismos, ou encaramos nosso conflito plenamente. Caso escolhamos a última opção, que sem dúvida é a mais difícil, começamos a experimentar a realidade do processo e mudança permanente.


Alguns podem achar que os ministérios de ajuda não funcionaram para eles por fundamentarem sua mudança somente na modificação de seu comportamento ou desempenho. Assim que conflitos mais profundos vêm à tona, exigindo perseverança de sua parte neste momento do processo, tais pessoas não entendem que é necessário que se entreguem ao Senhorio de Jesus Cristo, e que dependam apenas de Sua força e compreensão. Do contrário, tais pessoas passaram a confiar em sua auto-suficiência e portanto não conseguem prosseguir na longa jornada que faz parte da mudança.
  • A verdadeira mudança exige uma recuperação de longo prazo – toda a vida!
Eu creio que empregamos mal a palavra “cura”. Considere o seguinte: ser curado de um pequeno corte no dedo causado por um pedaço de papel é bem diferente de ser curado de um acidente de automóvel. Podemos experimentar cura emocional semelhante à cura de um pequeno corte no dedo, ou seja, um processo relativamente rápido. No entanto, também podemos experimentar a cura emocional como um processo de recuperação semelhante ao que ocorre após um grave trauma físico, como um acidente automobilístico ou algo parecido. Eu procuro limitar o uso da palavra “cura”, pois muitos comparam o processo de mudança como uma recuperação de um pequeno corte no dedo, e não de um trauma severo. Geralmente pequenos cortes sequer deixam cicatrizes, ao contrário dos grandes traumas. Este é o caso de nossa luta com a homossexualidade. Muitos indivíduos desejam que seu processo de mudança esteja de acordo com suas expectativas quanto a tempo e definição. Estas pessoas transformaram tal “cura” em seu alvo, e não o fato de estarem submissos a Jesus Cristo. Em geral estas pessoas medem seu grau de mudança pelos tipos de tentações que ainda enfrentam e/ou a presença ou não de atração pelo sexo oposto. De certa forma se esquecem de que enfrentar tentação é algo que todos enfrentaremos até o final de nossas vidas! Eu somente comecei a sentir atração (observe que não estou me referindo a lascívia sexual ao mencionar isto) em relação a mulheres após muitos anos; somente depois que Deus tratou de várias outras questões relacionadas a esta em minha vida.
Caso eu tivesse escolhido utilizar atração por mulheres e a falta de tentações como medidas de mudança, eu teria deixado o ministério muitos anos atrás. Ao invés disso, confiei em Deus no sentido de tratar meu processo de mudança como Ele sabe que deve ser tratado. Meu enfoque está em meu relacionamento com Ele, e não nas circunstâncias temporais do presente. Minha motivação provem do desejo de amor, e não do desejo de provar! Deus tem produzido mudança em minha vida de acordo com o Seu tempo, e não o meu. Esta mudança tem ocorrido com resultado de perseverança e confiança.
  • O Comportamento Homossexual não é mais uma opção aceitável.
Para muitos que estão lutando com esta questão, a opção em relação à homossexualidade ainda não foi resolvida. Há uma porta que ainda está aberta, em que o comportamento homossexual ainda é visto como algo que não é totalmente errado, ou ainda existe a ilusão de que há um príncipe ou princesa encantada esperando por mim em algum lugar. O coração destas pessoas ainda não tomou a decisão de que seguirá a Jesus, não importa o que venha a acontecer. Largo é o caminho que leva à destruição; enquanto eu considerar o comportamento homossexual como uma opção viável, não terei verdadeiramente abraçado o processo de mudança.


É importante ressaltar que experimentaremos incertezas e dúvidas durante o processo de saída da homossexualidade. À medida em que nossos conflitos ficarem mais intensos, maior será a pressão para que busquemos conforto nos velhos hábitos e mecanismos de escape, como forma de enfrentar a dor do conflito. Inclusive não é incomum que aqueles que estão lutando enfrentem períodos de comportamento pecaminoso à medida em que se aprofundam no tratamento de suas feridas emocionais. Apesar do fato de que alguns escolhem atividades homossexuais como forma de fuga da dor emocional, a esperança de mudança ainda está presente. Sei que posso caminhar em Sua misericórdia e graça, mesmo caso eu tenha um envolvimento sexual.
Na minha própria experiência, percebi que tinha que entregar a Deus meu “direito de ser puro.” Isto pode parecer estranho, mas enquanto eu procurasse atingir pureza (ou seja, ficar contando os dias e horas desde meu último envolvimento), eu não estava descansando na verdade de que Ele somente é a minha pureza. Eu sei que sou capaz de retornar a velhos hábitos nesta caminhada. Por outro lado, também sei que a minha pureza pessoal é resultado da minha identificação com Cristo, e não do meu desempenho!
No entanto, tenho que crer e tomar a decisão de que é verdade que a prática da homossexualidade é algo que Deus não aceita sob nenhuma circunstância. Trata-se de pecado. Qualquer forma de envolvimento sexual não é mais uma opção para mim. Como adulto, sou responsável por minhas escolhas; e a autoridade da Palavra de Deus estabelece que comportamento homossexual não é aceitável a Ele.
  • Todos nós enfrentamos os mesmos conflitos.
Minha luta não é diferente da luta de outras pessoas. Todos nós lutamos com algum tipo de pecado, e as raízes das nossas lutas são as mesmas. A manifestação exterior de nossa pecaminosidade pode ser diferente, porém interiormente todos carecemos igualmente da graça de Deus. Caso persista em enfocar apenas meu comportamento, é justamente ali onde permanecerei – na superfície, o que não resulta em mudança permanente. Temos que identificar as áreas mais profundas que nos estão destruindo e nos mantendo prisioneiros.


Sim, ministérios de ajuda podem não ajudar muito certas pessoas. Há aqueles que deixarão o processo, recusando-se a encarar as raízes profundas de seus conflitos, ou que estarão dispostos a comprometer a verdade. Estamos vivendo em um momento quando as pessoas estão em busca de gratificação e mudança instantâneas. No entanto, há um preço para se experimentar mudança, e este preço envolve seguir a Jesus, e morrer para tudo aquilo que não procede dEle. A morte não é uma experiência agradável! No entanto, embora meus sentimentos fiquem abalados em certas circunstâncias, sei que Deus continua constantemente presente em minha vida. Escolho não viver por meus sentimentos, mas sim depender de Sua misericórdia e graça. Eu escolho enfrentar minhas lutas aos pés da Sua cruz, em submissão e obediência. É aqui que ocorre a mudança verdadeira e duradoura.


Quero concluir com estas duas perguntas: 1) Você já decidiu seguir a Jesus, não importa qual seja o preço?
2) Você já fechou a porta para a opção da homossexualidade? Creio que estas são duas áreas cruciais que devem ser encaradas, as quais são fundamentais para o processo de saída da homossexualidade.
(Traduzido por Willy Torresin de Oliveira)

Fonte: http://www.exodusglobalalliance.org/acrisedaverdadep157.php